terça-feira, 22 de outubro de 2024

Co-igualdade da Trindade

 Autor: Roger Gonçalves 



A Cristo são atribuídos os atributos que são designados somente à Deus:

a) Santidade: Mc 1.24; 2Co 5.21; Jo 8.46; Hb 7.26

b) Eternidade: Jo 1.1; 8.58; Hb 1.8; Jo 17.5

c) Vida: Jo 1.4; 14.6; 11.25

d) Imutabilidade: Hb 13.8; 1.11,12

e) Onipotência: Mt 28.18; Ap 1.8

f) Onisciência: Jo 16.30; Mt 9.4; Jo 6.64; Cl 2.3

g) Onipresença: Mt 28.20; Ef 1.23

h) Criação: Jo 1.3; 1.10; Cl 1.16,17; Hb 1.3

i) Ressuscitando os mortos: Jo 5.27-29

j) Oração e devoção devem ser dirigidas a Cristo: Jo 14.14; Lc 24.51,52; At 7.59; Jo 5.23; At 16.31; Hb 1.6; Fp 2.10,11; 2Pe 3.18; Hb 13.21; Is 45.22

  Conforme esses atributos que são dados a Cristo, nos é ensinado de forma clara a Sua Divindade, caso contrário seria uma blasfêmia atribuir a Ele os atributos se não fosse Deus.

O Espírito Santo é Deus:

“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisse ao Espírito Santo... Não mentistes aos homens, mas a Deus.” (At 5.3,4)

“Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” (1Co 2.11)

“Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” (2Co 3.17)

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome (singular) do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.” (Mt 28.19)

  O Espírito Santo é colocado ao mesmo pé de igualdade com o Filho e com o Pai e Ele têm os mesmos poderes e atributos.

São pessoas distintas entre si 

1. Relacionamento Pessoal

  Nas relações pessoais que a Trindade têm entre si é evidenciado que são Pessoas diferentes. As suas designações Pai, Filho e Espírito Santo testificam isso:

a) Usam mutuamente os pronomes Eu, Tu, Ele quando falam um do outro, ou entre si (Mt 17.5; Jo 17.1; 16.28; 16.13);

b) O Pai ama o Filho, e o Filho ama o Pai. O Espírito Santo glorifica o Filho (Jo 3.35; 15.10; 16.14);

c) O Filho ora ao Pai (Jo 17.5; 14.16);

d) O Pai envia o Filho, o Filho e o Pai enviam o Espírito Santo que atua como Seu Agente (Mt 10.40; Jo 17.18; 14,26; 16.7);

  Porquanto, pelo fato de usar pronomes Eu, Tu, entre Si é evidenciado que há um só Deus em Três Pessoas Distintas.

2. São Apresentadas Separadamente

  Três Pessoas distintas são apresentadas em 2Sm 23.2,3; Is 48.16; 63.7-10. Igualmente, à vista do fato da criação ser atribuída a cada Pessoa da Divindade separadamente, como também a Eloim com as palavras “E disse Deus (Eloim): Façamos o homem à nossa imagem...” (Gn 1.26).

  Temos forte convicção da mesma verdade no plural de Eclesiastes 12.1 que diz: “Lembra-te também do(s) teu(s) Criador(es) nos dias da tua mocidade...”, e Is 54.5, que diz: “Porque o(s) teu(s) criador(es) é(são) o teu marido..."

Quanto às obras de cada um:

  É declarado que Cada Pessoa realiza as obras de Deus e assim todas as executaram. Nunca é mencionado as Três Pessoas realizando as obras juntas e sim como que se a outra não as tivesse realizado.

1. A Criação do Universo

Pai (Sl 102.25); Filho (Cl 1.16); Espírito Santo (Gn 1.2; Jó 26.13). Tudo se combina com Gn 1.1 (Deus – Eloim).

2. A Criação do Homem

Pai (Gn 2.7); Filho (Cl 1.16); Espírito Santo Jó 33.4). Resumindo tudo isso em Ec 12.1 e Is 54.5, onde Criador é plural no original.

3. A Morte de Cristo

Pai (Sl 22.15; Rm 8.32; Jo 3.16); Filho (Jo 10.18; Gl 2.20); Espírito Santo (Hb 9.14).

4. Ressurreição

Pai (At 2.24); Filho (Jo 10.18; 2.19); Espírito Santo (1Pe 3.18).

5. Inspiração das Escrituras

Pai (2Tm 3.16); Filho (1Pe 1.10,11); Espírito Santo (2Pe 1.21).

Doutrina da Trindade no Velho Testamento 

  O Velho Testamento logo no seu início insinua uma pluralidade na Divindade, demonstrando assim, claramente a Trindade (Gn 1.1,26; 3.22; 11.6,7; 20.13; 48.15; Is 6.8).

A. Os nomes de Deus no plural 

  Em Gênesis 1.1 vemos o nome Eloim. Este Nome é plural na forma, mas singular no significado. Os versículos seguintes demonstram isso (Gn 1.26,27; 3.22); indicando então uma Trindade.

  Há vários versos que Deus aparece falando consigo mesmo e com isso demonstrando conselho dentro da Trindade. Sabemos que Deus não se aconselha e nem pede conselhos (Gn 1.26,27; 3.22; 11.7; Is 6.8); indicando assim uma Trindade. Essa auto-conversa não pode ser atribuída aos anjos, pois eles não estavam associados com Deus na criação.

B. O Anjo do Senhor 

  Esse se trata do Logos pré encarnado, Deus Filho, em manifestação angélica ou até mesmo humana.

  Algumas dessas manifestações se deram a: Hagar (Gn 16.7-14); Abraão (Gn 22.11-18); Jacó (Gn 31.11,13); Moisés (Ex 3.2-5); Israel (Ex 14.19; cf. 23.20; 32.34); Balaão (Nm 22.22-35); Gideão (Jz 6.11-23); Manoá (Jz 13.2-25); Davi (1Cr 21.15-17); Elias 1Rs 19.5-7); Ele feriu de morte 185.000 assírios em uma noite (2Rs 19.35); etc.

  Esse Anjo foi adorado (Ex 3.5,6), se Ele não fosse Cristo, seria blasfêmia um anjo receber adoração que é devida só a Deus (Ap 22.8,9).

  Essas manifestações no Velho Testamento tinham por finalidade prever a hora em que finalmente Ele viria na carne. Apenas uma única exceção, em que o anjo não é o Logos se encontra em Ageu 1.13, onde o próprio Ageu é o “mensageiro” do Senhor.

  Outras provas bíblicas dessa afirmação são: Gn 17.2,17; 18.22 com 19.1; Js 5.13-15 com 6.2; Jz 13.8-21; Zc 1.11; 3.1; 13.7.

C. A benção araônica

  Esse exemplo de trisagia indica uma insinuação da Trindade (Nm 6.24-26).

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz”.

  Note que muito embora a passagem citada seja uma bênção, é um só o Deus que abençoa. Sabemos isso pela menção do verso seguinte: “Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei”.

D. Logo no início 

  Encontramos no primeiro versículo da Bíblia duas manifestações da Divindade que segue: “No princípio criou Deus... e o Espírito de Deus se movia”. Portanto notamos que o Criador de todas as Coisas é Deus e o Espírito Santo move-Se sobre este mundo, com o propósito de nos conduzir, guiar e instruir no caminho que Ele deseja que andemos.

  A palavra usada Eloim, Deus em português, é o primeiro dos nomes da Divindade, é um substantivo plural na forma, mas singular no significado quando se refere ao verdadeiro Deus.

  Os dois outros são realmente Pessoas Divinas, pois as Escrituras confirmam isso. Elas descrevem Deus Pai como o líder, o mestre, ou aquele diante do qual nossos pais andaram; o Filho como o Goel, o Anjo que remiu; e Deus que é o Autor de toda iluminação, santificação e conforto, com o Espírito Santo que nos fornece alimento espiritual e nos alimenta com ele.

  Também outras passagens atribuem ser Cristo o Próprio Deus (Rm 9.5; Tt 2.13; Hb 1.8; 1Jo 5.20; 1Co 8.5,6; Ap 4.11).

E. As três pessoas recebem os mesmos atributos:

* Eternidade: Pai (Sl 90.12); Filho (Ap 1.8,17; Jo 1.2; Mq 5.2); Espírito Santo (Hb 9.14).

* Poder infinito: Pai (1Pe 1.5); Filho (2Co 12.9); Espírito Santo (Rm 15.19).

* Onisciência: Pai (Jr 17.10); Filho (Ap 2.23); Espírito Santo (1Co 2.11).

* Onipresença: Pai (Jr 23.24); Filho (Mt 18.20); Espírito Santo (Sl 139.7).

* Santidade: Pai (Ap 15.4); Filho (At 3.14); o Espírito é chamado de Espírito Santo, foi por isso que os anjos clamaram: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos” (Is 6.3).

* Verdade: Pai (Jo 7.28); Filho (Ap 3.17); Espírito Santo (1Jo 5.6).

* Benevolentes: Pai (Rm 2.4); Filho (Ef 5.25); Espírito Santo (Ne 9.20).

* Comunhão: Pai (1Jo 1.3); Filho (idem); Espírito Santo (2Co 13.14).

  Tudo o que se diz de uma Pessoa é como que se as outras não existissem. O fato de que cada Pessoa possui todas as características divinas e de maneira tão completa que pareceria que nenhuma outra precisaria possuí-las, declara a distinção existente entre as Pessoas.

  Por outro lado, o fato de que elas todas manifestam estas características de maneira idêntica e na mesma medida, declara a Unidade da qual o seu modo de existência brota.

Roger Gonçalves é teólogo, apologeta e membro da Primeira Igreja Batista de Paciência.


terça-feira, 15 de outubro de 2024

Qual tradução de bíblia o crente fiel deve usar?

 Autor: Gian D. Borges 


   É um mito dizer que toda tradução é inspirada por Deus. O vasto número de traduções já indica por si só adulterações, e para não ficarmos somente nisso, compare as palavras umas com as outras traduções por traduções. Você pode pensar: "Ahh, mas a essência é a mesma só que alteradas". Não para Deus. Essa frase é anti-Deus. Apocalipse 22:18-19 (versão Almeida Corrigida e Fiel da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil) diz:

18 Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro;

19 E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.

  O fato de Deus ter nos criado e feito o projeto da salvação dá o mérito para Deus independente de qualquer coisa. Esse pecado falado nos versículos 18 e 19 se trata de falsos convertidos e o bloqueio de não salvação. A pessoa pode se converter lendo até mesmo uma tradução "Ave Maria", mas isso não significa que a tradução tenha toda a Palavra de Deus. Muitas traduções piores produzem falsos convertidos. Quem não tem uma King James 1611, pode ler a Almeida Corrigida Fiel da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. E as traduções adulteradas que ganhamos de irmãos? Deixem guardadas como presente, não use ela como sua Bíblia TITULAR. Quem não se esforça sobre traduções certamente está engessado, esgotado espiritualmente para não ser inclinado a uma tradução que TENHA TODA A PALAVRA DE DEUS. Como o crente vai cumprir com o versículo de Mateus 4:4 se ele abraça traduções adulteradas?

"....Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus." Mateus 4:4 

Gian D. Borges

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Uma breve biografia de Charles Finney

 Texto extraído do prefácio do livro "Teologia Sistemática" de Charles Finney, editora CPAD


Uma vida santificada a Deus 

  Nascido no ano de 1792, na cidade norte-americana de Cunnecticute, na Nova Inglaterra, Charles Finney teve o privilégio de ser educado numa família tradicionalmente puritana. Quando ele tinha dois anos de idade, seus pais resolveram transferir-se para Nova Iorque. Aos vinte anos, retornou à Nova Inglaterra a fim de cursar a Escola Superior. Enquanto prosseguia nos estudos, pôs-se a lecionar em escolas públicas. Nessa época, já se havia especializado em latim, grego e hebraico.
  Em 1918, começou a estudar Direito nos escritórios de Squire Wright, de Adams, em Nova Iorque.
  Quanto à vida espiritual, seu progresso era quase nulo. Os sermões que ouvia, achava-os monótonos e sem nenhum atrativo. Sua mente lógica e agudíssima exigia algo mais consistente. Foi por essa época, que ele começou a estudar as Sagradas Escrituras. De início, mostrou-se cético. Mas com o passar dos tempos, não pôde mais resistir: a Bíblia é de fato a inspirada, infalível e inerrante Palavra de Deus.
  O que lhe faltava senão aceitar a Cristo? Deixemos que ele mesmo fale de sua experiência de salvação: "Num sábado à noite, no outono de 1821, tomei a firme resolução de resolver de vez a questão da salvação de minha alma e ter paz com Deus".
  Finney, porém, não se conformava. Queria mais de Cristo. Sua fome pelo Senhor era insaciável. Foi assim, buscando incessantemente a Deus, que veio ele a ser batizado no Espírito Santo. Que o próprio Finney narre como se deu sua experiência pentecostal:
  "Ao entrar e fechar a porta atrás de mim, parecia-me ter encontrado o Senhor Jesus Cristo face a face. Não me entrou na mente, na ocasião, nem por algum tempo depois, que era apenas uma concepção mental. Ao contrário, parecia-me que eu o encontrara como encontro qualquer pessoa. Ele não disse coisa alguma, mas olhou para mim de tal forma, que fiquei quebrantado e prostrado aos seus pés. Isso, para mim, foi uma experiência extraordinária, porque parecia-me uma realidade, como se Ele mesmo ficasse em pé perante mim, e eu me prostrasse aos seus pés e lhe derramasse a minha alma. Chorei alto e fiz tanta confissão quanto possível, entre soluços. Parecia-me que lavava os seus pés com as minhas lágrimas; contudo, sem sentir ter tocado na sua pessoa. Ao virar-me para me sentar, recebi o poderoso batismo com o Espírito Santo. Sem o esperar, sem mesmo saber que havia tal para mim, o Espírito Santo desceu de tal maneira, que parecia encher-me o corpo e a alma. Senti-o como uma onda elétrica que me traspassava repetidamente. De fato, parecia-me como ondas de amor liquefeito; porque não sei outra maneira de descrever isso. Parecia o próprio fôlego de Deus. Não existem palavras para descrever o maravilhoso amor derramado no meu coração. Chorei de tanto gozo e amor que senti; acho melhor dizer que que exprimi, chorando em alta voz, as inundações indizíveis do meu coração. As ondas passaram sobre mim, uma após outra, até eu clamar: 'Morrerei, se estas ondas continuarem a passar sobre mim! Senhor, não suporto mais!' Contudo, não receava a morte. Quando acordei, de manhã, a luz do sol penetrava no quarto. Faltam-me palavras para exprimir os meus sentimentos ao ver a luz do sol. No mesmo instante, o batismo do dia anterior voltou sobre mim. Ajoelhei-me ao lado da cama e chorei pelo gozo que sentia. Passei muito tempo sem poder fazer coisa alguma senão derramar a alma perante Deus".

Um homem profundamente espiritual 

  Quem lê a Teologia Sistemática de Charles Finney tem a impressão de estar diante de um Aristóteles ou de um Emanuel Kant. E não está de todo errado; ele foi um pensador de inigualáveis pendores. Com raríssima maestria, utilizou-se das ferramentas da filosofia, a fim de expor as verdades acerca do Deus único e verdadeiro. Eis por que Finney é considerado o maior teólogo desde os tempos apostólicos. O que muita gente não sabe, porém, é que esse gigante do pensamento foi um místico apaixonado pelo Senhor.
  Finney era profundamente espiritual, mas jamais colocou a sua espiritualidade acima das Sagradas Escrituras. Toda a sua experiência passava necessariamente pelo crivo da Palavra de Deus. Em nada assemelhava-se aos místicos da Idade Média que se punham acima da Bíblia. Sua espiritualidade tinha equilíbrio, possuía moderação e era temperada pela sã doutrina. Não era fanático; fervoroso de espírito, tinha um arrebatado amor pelas almas.

O grande evangelista 

  Charles Finney foi um grande evangelista. Suas campanhas eram marcadas por fatos extraordinários. O missionário Orlando Boyer mostra o impacto que Finney causava como mensageiro de Cristo:
  "Perto da aldeia de New York Mills, no século dezenove, havia uma fábrica de tecidos movida pela força das águas do Rio Oriskany. Certa manhã, os operários se achavam comovidos, conversando sobre o poderoso culto da noite anterior, no prédio da escola pública. Não muito depois de começar o ruído das máquinas, o pregador, um rapaz alto e atlético, entrou na fábrica. O poder do Espírito Santo ainda permanecia sobre ele; os operários, ao vê-lo, sentiram a culpa de seus pecados a ponto de terem de se esforçar para poderem continuar a trabalhar. Ao passar perto de duas moças que trabalhavam juntas, uma delas, no ato de emendar um fio, foi tomada de tão forte convicção, que caiu em terra, chorando. Segundos depois, quase todos em redor tinham lágrimas nos olhos e, em poucos minutos, o avivamento encheu todas as dependências da fábrica. O diretor, vendo que os operários não podiam trabalhar, achou que seria melhor se cuidassem da salvação da alma, e mandou que parassem as máquinas. A comporta das águas foi fechada e os operários se ajuntaram em um salão do edifício. O Espírito Santo operou com grande poder e dentro de poucos dias quase todos se converteram. Diz-se acerca deste pregador, que se chamava Charles Finney, que, depois de ele pregar em Governeur, no Estado de New York, não houve baile nem representação de teatro na cidade durante seis anos. Calcula-se que, durante os anos de 1857 e 1858, mais de 100 mil pessoas foram ganhas para Cristo pela obra direta e indireta de Finney".

Prefácio do livro"Teologia Sistemática" de Charles Finney