Santidade

Devemos ser santos na terra, se quisermos ser santos no céu. Foi Deus que disse e Ele não voltará atrás: “A santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14). Observou William Jenkyn: “O calendário do papa só declara santos às pessoas mortas, mas as Escrituras requerem a santidade da parte dos vivos”. John Owen afirmou: “Não se deixe iludir. O Senhor Jesus Cristo só conduz ao céu àqueles a quem Ele santifica na terra. O Cabeça vivo não admite membros mortos”. J.C. Ryle

sexta-feira, 22 de março de 2024

Livreto presbiteriano desmascara mentiras do catolicismo romano

Autor: Rev. Adão Carlos Nascimento 

  Estudo baseado no livreto presbiteriano "A razão de nossa fé". Perguntas de número 4, 5 e 16. Para mais detalhes, veja também o nosso estudo "O desvio da igreja e a Reforma Protestante".

4- É verdade que a primeira Igreja que surgiu foi a Igreja Católica?

Resposta: Não, não é verdade. A Igreja do Novo Testamento é chamada de Igreja primitiva por ter sido a primeira e não ter nenhum nome especial. Esta Igreja não pode ser identificada com a Igreja Católica Romana por várias razões, como, por exemplo, as seguintes:

1- Os problemas doutrinários e éticos surgidos na Igreja primitiva eram resolvidos pelo Presbitério (Atos 15:1-29); na Igreja Católica, são resolvidos pelo papa.

2- Na Igreja primitiva não havia missa; havia culto com cânticos de hinos, orações, leitura bíblica e pregação.

3- Todos os membros da Igreja primitiva participavam do pão e do vinho na Santa Ceia (1Coríntios 11:23-29); na Igreja Católica só o padre é que participa do vinho comunhão.

4- Na Igreja primitiva não havia padre, nem cardeal, nem papa; havia, sim, presbíteros e diáconos. Qualquer pessoa que examinar o Novo Testamento, fundamento da Igreja cristã, verá claramente que a Igreja Católica Romana não tem nenhuma semelhança com a Igreja primitiva.

5- Como surgiu a Igreja Católica Romana?

Resposta: Surgiu da degeneração da Igreja primitiva. Desde o início, homens fraudulentos entraram para a igreja. No princípio, entretanto, as perseguições contra os cristãos se encarregaram de purificar a comunidade cristã. No ano 323, por um decreto do imperador Constantino, o Cristianismo passou a ter proteção oficial do Império Romano. Cessaram as perseguições e muitas pessoas, sem serem verdadeiramente convertidas, entraram para a igreja. A atuação de tais pessoas e a influência do mundo pagão levaram a igreja a adotar doutrinas e práticas que se chocam brutalmente com os ensinos bíblicos. Eis alguns exemplos: no ano 375 foi instituído o culto aos santos; no ano 431 instituiu-se a culto a Maria, a partir de Concílio de Éfeso, cidade que pontoficava a grande Diana dos efésios, divindade feminina pagã; em 503, surgiu a doutrina do purgatório, em 783 foi adotada a adoração de imagens e relíquias; em 1090 inventou-se o rosário; em 1229 foi proibida a leitura da Bíblia. Há muitas outras inovações. Felizmente, Deus levantou homens para conduzir seu povo de volta à Bíblia. Vários movimentos de reforma religiosa, inclusive os propostos pelos Concílios de Constança, Pisa e Basileia, fracassaram. Porém, a Reforma Religiosa do século 16 triunfou.

16- Por que a Bíblia "Católica" tem sete livros a mais do que a "nossa" Bíblia?

Resposta: Porque o Concílio de Trento, no dia 15 de abril de 1546, anexou, por decreto, esses livros à Bíblia. Nós não os aceitamos e a "nossa" Bíblia não os têm porque eles não possuem nem as evidências externas, nem as evidências internas de que são inspirados por Deus. A Igreja Católica Romana nos acusa de termos retirado sete livros das Escrituras. No entanto, foi ela que os acrescentou à Bíblia, no Concílio de Trento.

Texto extraído do livreto "A razão de nossa fé" de autoria do Rev. Adão Carlos Nascimento, pastor presbiteriano.

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