Santidade

Devemos ser santos na terra, se quisermos ser santos no céu. Foi Deus que disse e Ele não voltará atrás: “A santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14). Observou William Jenkyn: “O calendário do papa só declara santos às pessoas mortas, mas as Escrituras requerem a santidade da parte dos vivos”. John Owen afirmou: “Não se deixe iludir. O Senhor Jesus Cristo só conduz ao céu àqueles a quem Ele santifica na terra. O Cabeça vivo não admite membros mortos”. J.C. Ryle

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Por que todo desigrejado é herege?

 Autor: Eduardo França Oliveira 



  Nenhum desigrejado evangeliza, nem discipula, nem batiza, nem ensina, tampouco vive uma vida santa. 

  Todo desigrejado que encontrei em mais de dez anos de debate virtual e pessoalmente, são rebeldes, soberbos, insubmissos, devassos, libertinos, pervertidos, profanos. Aparecem em fotos de rede social sem camisa, exibindo-se com copos de bebidas em suas mãos como se isso fosse o auge da santidade. Creem em falsos ensinos como: cristianismo judaizante, tacham ceia do Senhor de "ceia mitraica", só falam sobre dízimo, creem ser igreja individual e egoisticamente, que o único Pastor é Jesus, que não se deve reunir em um local de culto em comum (denominando a si mesmos sob a alcunha de "destemplados" e quem se reúne de "templados" ou frequentadores de "igrejaulas"), se colocam como iluminados que saíram das amarras da religião, que "fazer a obra" ou a vontade de Deus é dar de comer aos pobres, fazendo da Bíblia uma colcha de retalhos onde só escolhem os textos que os agradam. A maior prova disso são seus mestres: Rubens Sodré, Caio Fábio e Fábio Sabino, cujos "resultados" estão à mostra no Youtube. São extremamente competentes no analfabetismo bíblico e teológico e não contribuem em nada para o avanço do Reino de Deus na terra.

Eduardo França Oliveira 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Você sabia? A bíblia foi o primeiro livro na história a dar direitos aos escravos

 Autor: Jônathas Lima 



  Escravos tinham pouco ou nenhum valor no mundo antigo e inclusive isso era ensinado pelos "sábios" da época pré-cristã:

"Escravos e homens livres são tão diferentes quanto a alma é do corpo, ou o homem é do animal. Seu trabalho é o uso do corpo, e isso é o melhor que pode vir deles, são escravos por natureza".
[Aristóteles, Política, Livro I, 5 (Platão e Sócrates também tinham opiniões parecidas, não se incomodavam ao saber que escravos eram cabalmente maltratados)].

  As leis de Moisés eram as únicas no mundo antigo que davam direitos aos escravos:

- Travalhava para alguém apenas se tivesse dívida e devia ser liberado no ano do jubileu [Lv. 25:39-40].

- Deviam ser tratados como empregados e seu senhor não devia ser impiedoso [Lv. 25:53].

- Os que passavam mais tempo trabalhando geralmente eram ladrões que, pelo roubo, contraiam grandes dívidas [Êx. 22:3].

- Mesmo faltando pegar dívidas, escravos ladrões deviam ser liberados no 7⁰ ano de trabalho e ser presenteados com animais [Dt. 15:12-14].

- Todos os escravos deviam ser libertos de seus trabalhos no ano do jubileu, sem importar o tamanho de sua dívida [LV. 25:10,14,28].

- Se um hebreu sequestrasse alguém para escravizá-lo e maltratá-lo, devia ser punido com a morte [Dt. 24:7].

- Se um escravo fugisse de seu senhor, podia escolher onde viver e quem o achasse não podia entregá-lo de volta (a ideia era fazer os senhores tratá-los bem) [Dt. 23:15-16].

- Além de poder descansar no sábado [Dt. 5:13-14], os escravos também podiam descansar em dias festivos [LV. 23:7-39].

- Também tinham direito a participar e comer da Páscoa [Êx. 12:44-45].

  Além destas, muitas outras leis a favor dos escravos podem ser observadas na Torá. Enquanto em outros lugares, escravos eram humilhados e tratados como animais ou como simples mercadorias e objetos, em Israel tinham seus direitos. Muitos citam versos isolados em que a Bíblia orienta a ter escravos, mas ignoram por completo que um escravo em Israel tinha direitos que o assemelhava mais a um trabalhador longe de ser aquela aberração que aconteceu entre outros povos e na época colonial.

Jônathas Lima 


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

A desculpa esfarrapada

 Autor: Pr. Victor Hugo Ramallo 



(Gênesis 4:7) Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.

  Ensinar que a idolatria em Israel é decorrente da influência das nações pagãs que viviam ao redor do território hebreu equivale a dizer que uma pessoa comete adultério por que os outros o incentivam a adulterar.

  Além desse argumento ser uma mentira, é, por parte daquele que comete a idolatria ou o adultério, um ato de covardia, por não assumir a responsabilidade por suas decisões.

  O povo judeu aderiu à idolatria não por serem influenciados, mas por aceitarem tal influência com avidez e fizeram isso pelo simples fato de não desejarem submeter-se a vontade de DEUS.

  De igual forma, o que pratica o adultério não o faz por oferecimento da outra parte, mas o faz por não amar seu cônjuge e por não amar de fato ao SENHOR e a Sua Vontade.

  Pensem nisso!

  Um fraterno amplexo,

  Victor Hugo Ramallo, um pastor batista conservador independente.

Não julgueis...

 Autor: Pr. J.C. Ryle 



  "Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos tornarão medir. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, e eis uma trave no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás claramente para tirar o argueiro do olho do teu irmão." (Mateus 7:1-5)

  A primeira parte destes versículos é uma das passagens bíblicas que precisamos ter o cuidado de não forçar para além do seu devido significado. Esta parte é frequentemente corrompida e aplicada de modo errôneo pelos inimigos da verdadeira religião. É possível pressionar de tal maneira as palavras da Bíblia que elas acabam produzindo não o remédio espiritual, e sim, veneno.

  Nosso Senhor não intencionava de modo algum dizer que é errado proferir um juízo desfavorável sobre a conduta e a opinião de outras pessoas. Precisamos ter opiniões bem formadas e decididas. Devemos julgar “todas as cousas” (1 Ts 5:21). Devemos provar “os espíritos” (1 Jo 4:1). Nem tampouco, Cristo quis dizer que seja errado reprovar os pecados e as faltas de outras pessoas, enquanto nós mesmos não tenhamos atingido a perfeição e não estejamos destituídos de falta. Tal interpretação seria uma contradição a outras passagens da Escritura. Isso tornaria impossível condenar o erro e as falsas doutrinas. Seria um impedimento para qualquer um que desejasse ser ministro do evangelho ou juiz. A terra estaria nas mãos dos perversos (Jó 9:24). As heresias se espalhariam. Os malfeitores se multiplicariam por toda a parte.

  O que o nosso Senhor condena é um espírito crítico que em tudo encontra falta. A prontidão em condenar as pessoas por causa de pequenas coisas ou questões de pouca importância, o hábito de fazer julgamentos duros e precipitados, a disposição em exagerar os erros e fraquezas do próximo, e de sempre pensar o pior – isso tudo nosso Senhor nos proíbe. Essas coisas eram comuns entre os fariseus, e continuam sendo comuns desde aquela época, até hoje. Todos precisamos vigiar para não cairmos em tal erro. O amor “tudo crê, tudo espera” das outras pessoas, e nós deveríamos ser muito vagarosos em procurar defeitos no nosso próximo. Esse é o verdadeiro amor cristão (1 Co 13).

J. C. Ryle

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Igreja de Éfeso e igreja de hoje

 Autor: Rev. Manoel da Silveira Porto Filho 



  Na Igreja de Éfeso havia um perigo sutil: era a influência  intelectual da cidade,  de onde tantas heresias mais tarde, mesmo naquela época, se geraram. O sincretismo, isto é, a mistura em matéria de religião e doutrina, com larga popularidade de artes mágicas e cultos demoníacos; a filosofia humana se dava as mãos com a Bíblia, a piedade misturava-se com o popularesco da sentimentalidade religiosa da cidade de Diana e dos cultos orientais.

  Quem disse que esses perigos já passaram? Porventura Corinto não nos parece uma igreja de nossos dias? É só reexaminar a série de problemas a que Paulo procurou dar resposta nas cartas que escreveu;  a primeira fala dos crentes, a segunda fala do pastor. É só também ler Gálatas e ver como, muitas vezes, fazer ou deixar de fazer coisas, mesmo atentando-se para a palavra escrita na Bíblia, nos impede de viver na liberdade com que o Espírito nos alimenta muito mais no significado espiritual  e mais profundo do que na exata forma da escrita.

  As influências culturais, principalmente do intelectualismo e dos cultos e doutrinas étnicas de Éfeso e da Ásia Menor, quem não as revê agora: a fascinação dos cultos e doutrinas orientais, a popularidade até mesmo utilizada para interesses turísticos da macumba e dos ritos africanos, com seus terreiros e ritmos musicais e dançantes que invadem a música popular e influenciam até mesmo o canto em algumas igrejas e grupos evangélicos? A liturgia em reuniões oficiais ou abertas sob o rótulo de participação livre das congregações, vai pouco a pouco abrindo-se em muitos setores para os mesmos processos do canto de roda, das movimentações corporais, bater de palmas martelando o ritmo, instrumentos de percussão e de estridor metálico. 

  Certamente é necessário haver participação congregacional no culto. Na verdade, a rigidez formalista de muitos programas culturais deve sofrer uma transformação. Mas até onde o culto se organiza como um programa de auditório aberto para atividades de fuga e desabafo dos participantes e até onde, mesmo em seus aspectos de devoção, é o espírito do homem que se agita satisfazendo-se a si mesmo em sua agitação ou é o Espírito  de Deus conduzindo e disciplinando o espírito dos homens? Há sempre que distinguir, há sempre que examinar.

  Como devem portar os crentes e as Igrejas, distinguindo a naturalidade do atual daquele espírito novissaleiro que Paulo apontou para os últimos tempos? Como devem portar os ministros na direção e orientação das igrejas? Utilizando que métodos? Servindo-se de que recursos? A resposta está naquelas cartas aos Coríntios, aos Efésios e aos Gálatas, assim como nas epístolas pastorais. 

Transcrito da:

Revista da ESCOLA DOMINICAL – 4º Trimestre 

de 1976 – Ano XXVII – Nº 4.

Autor:  Rev.  MANOEL DA SILVEIRA PORTO FILHO, Pastor Congregacional

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

A fé revela um universo que está além da compreensão humana

 Autor: Dave Hunt 


  A fé verdadeira esclarece para nós um conhecimento de Deus e de sua verdade que não poderíamos descobrir de outra forma. Esse é o valor da fé em Deus. Assim que o conhecemos e temos confiança de que realmente o estamos ouvindo, então compreendemos sua verdade ao acreditar no que Ele diz. Como resultado, conseguimos conhecer e compreender o que, de outra forma, seria impossível de captar. Por exemplo, a Bíblia declara: "Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente" (Hb 11:3).
  Essas palavras, escritas quase dois mil anos atrás, relata-nos claramente que o universo foi feito de uma substância invisível. Ninguém naquela época nem durante os muitos séculos que se seguiram tinha o conhecimento científico para oferecer a evidência que fundamentasse essa afirmação. A prova teve de esperar até que a ciência moderna alcançasse o que a Bíblia dissera mil e oitocentos anos antes. Hoje, sabemos que o universo inteiro é composto de uma substância invisível denominada energia. Apesar dos avanços brilhantes da ciência, embora conheçamos muito sobre energia, ainda não conhecemos exatamente o que ela é. No entanto, pela fé, o crente conheceu tudo que precisava saber: Que Deus falou e o universo passou a existir por meio de seu infinito poder, como também sabemos que Ele o fez a partir de algo que é invisível.
  O fato de essas palavras serem encontradas na Bíblia é uma das muitas razões para se acreditar nela em vez de em qualquer outra escritura que seja sagrada para as muitas religiões do mundo. Estas outras escrituras, ao contrário, longe de conter afirmações que a ciência pode apenas confirmar e não consegue refutar (como é o caso da Bíblia), contêm numerosas ideias ridículas que refletem o grau de entendimento da humanidade naquele momento e a cultura de onde e de quando foram escritas.
  Já se acreditou que a Terra era plana e sustentada em sua parte inferior assim como um casco de uma tartaruga flutuando em um mar. Os gregos pensavam que Atlas, um gigante, segurava o universo em seus braços. O relato dos egípcios sobre a criação envolvia deuses (como o deus sol que nasceu em uma flor), alguns dos quais eram compostos com partes de animais e de homens. Platão achava que o mundo era um ser vivo e que os terremotos eram causados quando ele se balançava. A Bíblia, embora tivesse sido escrita no mesmo período e por homens provenientes dessas mesmas culturas, é completamente destituída de tais mitos. Até mesmo o Alcorão, cuja origem é bem mais recente, contém mitos árabes. Conforme é salientado com frequência:
  A Bíblia é o único livro antigo que é acurado em todos os detalhes científicos. Outros livros sagrados antigos do Oriente incluem lendas e erros muito infantis para serem levados em consideração. Até mesmo livros comparativamente modernos, como o Alcorão, possuem erros históricos e cronológicos em abundância.
  Há muitas outras razões para crer que a Bíblia é, conforme ela afirma ser, a palavra infalível de Deus. 

Dave Hunt foi apologeta, autor e palestrante reconhecido internacionalmente. Esse texto foi extraído do seu livro "Em defesa da fé cristã".





A relação entre o congregacionalismo e o sacerdócio de todos os crentes

 Trecho da dissertação de mestrado em História Social do Rev. Idauro Campos


  O congregacionalismo, entre todas as tradições surgidas a partir da Reforma Luterana, foi a mais ousada e radical aplicação do conceito reformado de sacerdócio universal dos santos, porquanto os congregacionais o aplicaram de forma soteriológica e eclesiológica:

1- Soteriológica: O homem com acesso direto a Deus por meio da obra redentora do Senhor Jesus Cristo na Cruz do Calvário, sem quaisquer outras mediações.

2- Eclesiológica: Os salvos, uma vez inseridos na Igreja, podem e devem, pela diversidade carismática dos dons distribuídos pelo Espírito Santo , atuarem na igreja, independentemente de serem ministros ordenados ou não. A atuação é ampla, livre e total, distinguindo apenas nas funções que serão exercidas conforme o carisma.

  Os luteranos e os anglicanos, embora reformados, se mantiveram erastianos em suas formas de governo e mantendo muito da liturgia rígida, sendo verticalizados nas responsabilidades eclesiásticas.

  O congregacionalismo é horizontal. Iguala os crentes. Tendo na democracia, na autonomia (ou independência) e na autoridade (da comunidade local reunida) seus marcos teóricos principais.

  O congregacionalismo é, além de tudo, também uma Teoria Social, pois o congregacionalismo representou uma versão da tentativa dos homens de experimentarem uma forma de liberdade, ainda que liberdade religiosa, algo inovador e inusitado para a Inglaterra e mesmo Europa dos séculos XVI e XVII. Também representou o anseio de que uma vez emancipado, o homem poderia, a despeito de participar ou colaborar com instituições, tomar para si suas responsabilidades e destinos sem esperar que agências mediadoras fizessem por ele. 

  No início da Idade Moderna, contexto imediato do experimento congregacional, a ideia de homens livres que rejeitam a participação compulsória em uma instituição cristã legal e magisterial e que sozinhos poderiam iniciar uma comunidade de fé, dos quais seriam seus responsáveis - cuja aplicação é resultado da livre consciência, do acesso e exame aos documentos canônicos e da interpretação - seria inovadora, uma vez que o paradigma da verdade era institucionalizado e vinculado à Igreja, considerada fonte e detentora da autoridade. Destarte, o homem ocidental e europeu, era localizado na história tendo a Igreja oficial como a legitimadora de sua condição social. Era esta a instituição que lhe assegurava pertença e identidade e que lhe conferia o trilho social por onde sua vida passaria. 

  O congregacionalismo, com sua ênfase na participação do congregado, na consciência, na liberdade eclesiástica e na autonomia administrativa revela-se como uma versão religiosa da emancipação do indivíduo e da experimentação prática de determinadas transformações sociais pelas quais a Europa vinha testemunhando em outros locais.

Rev. Idauro Campos Júnior é pastor da Igreja Congregacional de Niterói (RJ), bacharel em Teologia (Centro Universitário Bennett), pós-graduado em História do Cristianismo (FAECAD) e mestre em História Social (Universidade Salgado de Oliveira), com especializações em Teologia Contemporânea e Ciências da Religião.


sábado, 8 de fevereiro de 2025

O Custo da fidelidade

 Autor: Pr. Clávio Jacinto 



  O cristão primitivo, inserido na era pós-apostólica, tinha uma escolha de vida ou morte, e isso geralmente iria determinar o destino da sua vida. O imperador romano tornara-se uma divindade que deveria ser adorada. Não corresponder à prática do “suplicatio”, um culto quase informal, oferecer vinho e incenso à estátua do supostamente divino imperador e, nos casos mais radicais, posteriormente renegar e blasfemar contra Cristo, era o desafio decorrente da época. Negar o culto ao imperador recorria no crime chamado de “crimen laesae maiestatis”, ou melhor, um crime político e religioso contra a suposta majestade divina do imperador romano. Chegará novamente o dia em que nossa fidelidade será testada, virá o tempo em que não será possível servir a dois senhores, chegará a hora em que a escolha será uma só, e então a fé profunda ou superficial será provada, e a reação de cada cristão na hora da provação, será o reflexo de tudo quanto ele ouviu a aprendeu do púlpito da igreja que ele frequentou. Esse é o momento decisivo onde a escolha particular do tipo de sermão que deseja ouvir, o tipo de líder que deseja seguir e a denominação que está frequentando influenciará a sua decisão quando a escolha for Cristo ou o príncipe deste mundo.

Pr. Clávio. J. Jacinto. E-mail para contato:

claviojj@gmail.com

Duplicidade e desonestidade de um materialista evolucionista

 Autor: Pr. Clávio Jacinto 

  Um materialista evolucionista ao observar um helicóptero pode reconhecer que, devido à complexidade de sua estrutura e tecnologia, foi concebido por um projetista inteligente. Ele compreenderá que a aerodinâmica de uma máquina voadora é sempre fruto de inteligência, o que se torna uma prova empírica irrefutável da existência de um criador por trás da complexidade do helicóptero. No entanto, ao olhar para uma libélula, cuja complexidade aerodinâmica supera a do helicóptero, esse mesmo materialista nega a possibilidade de um projetista inteligente para essa criatura. Essa discrepância de raciocínio representa um paradoxo, pois não aplica a mesma lógica para a origem de um helicóptero e de uma libélula. Enquanto um helicóptero exige, sob um padrão de sanidade intelectual, a defesa de que um projetista inteligente está por trás de sua criação, a afirmação de que Deus é o criador da libélula faz com que o materialista aponte o criacionista como tolo. Essa inconsistência revela a aplicação de dois pesos e duas medidas, evidenciando a desonestidade intelectual.

Pr. Clávio. J. Jacinto. E-mail para contato:

claviojj@gmail.com