Santidade

Devemos ser santos na terra, se quisermos ser santos no céu. Foi Deus que disse e Ele não voltará atrás: “A santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14). Observou William Jenkyn: “O calendário do papa só declara santos às pessoas mortas, mas as Escrituras requerem a santidade da parte dos vivos”. John Owen afirmou: “Não se deixe iludir. O Senhor Jesus Cristo só conduz ao céu àqueles a quem Ele santifica na terra. O Cabeça vivo não admite membros mortos”. J.C. Ryle

segunda-feira, 9 de junho de 2025

O afrouxamento de absolutos e a heresia de que pessoas que professam falsos evangelhos irão para o céu

  Autor: Pr. C. J. Jacinto 


  Há uma fábula que se fortalece cada vez mais em nossos dias, um erro, uma heresia. Ela é a consequência de uma negação categórica de uma queda histórica do homem como narra os primeiros capítulos de Gênesis. 
  A Evolução e o humanismo creem que o homem está melhorando, está evoluindo. Creem que o progresso, a ciência e a tecnologia são provas, o homem se auto-supera, se torna um salvador de si mesmo. A verdade é que o homem é tão pecador quanto foi Adão, é destituído da graça de Deus, é espiritualmente corrompido. 
  Uma sociedade avançada pode cair num nível de impiedade sem limites. É só pesquisar a Europa no período da II Guerra, antes, durante e depois dela. O Dr Phillip Zimbardo provou isso nas suas experiências em Stanford, escreveu o "Efeito Lúcifer" e provou que nas circunstâncias apropriadas, os "melhores" filhos de Adão se tornam em verdadeiros monstros morais. 
  O homem pecador precisa ser regenerado, precisa nascer de novo, precisa crer em Cristo como seu único salvador, precisa crer que foi Cristo quem satisfez a justiça de Deus morrendo na cruz levando sobre si mesmo as nossas iniquidades e efetuando uma perfeita e eterna redenção. Pessoas não serão salvas por serem religiosas, boas, bem intencionadas, honestas, não! Elas só serão salvas quando crerem que Cristo morreu por elas e por isso mesmo confessam que ele é o único Salvador, Advogado e Mediador e que sua obra na cruz foi consumada e perfeita. A parcialidade e o afrouxamento desses absolutos hoje em dia, no neo-evangelicalismo moderno é uma evidência clara de que tais não conhecem o evangelho. Um verdadeiro desastre!

C. J. Jacinto

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