Autor: Ricardo dos Santos
Santidade
sábado, 18 de abril de 2026
Diálogo entre o papa Leão XIV e o presidente de Israel: Os preparativos para a falsa paz
sábado, 28 de março de 2026
O encontro do papa Leão XIV com a nova arcebispa de Cantuária: A religião ecumênica dos últimos dias
Autor: Ricardo dos Santos
quinta-feira, 10 de abril de 2025
Os poderosos estão se preparando para o fim dos tempos. E você?
Autor: Ricardo dos Santos
Interessante como são as coisas! Os poderosos estão cada vez mais se preparando para as grandes catástrofes que breve estarão acontecendo no mundo. Os sinais mostram isso claramente, é questão de muito pouco tempo. Ameaças de uma grande guerra em escala mundial, pandemias, terremotos, maremotos, miséria, fome, violência em altíssima escala, sinais nos céus, destruição de cidades... Governantes da Europa já estão alertando para que seus cidadãos comprem mochilas e objetos de emergência, estoquem alimentos e ainda estão promovendo cursos de sobrevivencialismo. Isso demonstra que esses poderosos creem nas profecias do Apocalipse. Basta vermos as construções de bunkers espalhados pelo mundo. Enquanto os poderosos creem e se preparam, os insensatos continuam nessa vidinha de achar que isso tudo é loucura, mera teoria da conspiração, coisa de fanático religioso. Enquanto os poderosos creem e se preparam, os insensatos continuam acreditando em tudo quanto é porcaria que é lançada em suas mentes no sistema "educacional" destruidor (Big Bang, evolução, comunismo, ateísmo e outras besteiras como essas). Portanto, saiam desse sistema. Creiam e confiem na bíblia. Quem crer na Palavra de Deus jamais será enganado. Enquanto o mundo inteiro fica assustado com as coisas que estão acontecendo, nós cristãos temos a paz do Senhor Jesus em nossas vidas. Nós cristãos, que somos a noiva de Cristo, estamos esperando o nosso noivo (Jesus Cristo) para o nosso encontro com ele nos ares (arrebatamento da igreja). A bíblia não nos deixa sermos enganados.
Ricardo dos Santos
sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
O pré-tribulacionismo livra a igreja de passar por aflições e perseguições?
Autor: Ricardo dos Santos
Muitos questionam a nossa visão escatológica pré-tribulacionista, dispensacionalista e pré-milenista pelo fato de crermos que a igreja não passará pela Grande Tribulação, ou seja, a igreja será arrebatada antes para encontrar-se com o Senhor Jesus nos ares. Eles (os pós-tribulacionistas, os meso-tribulacionistas e os amilenistas) negam o pré-tribulacionismo pois alegam que a igreja precisa sofrer a perseguição do governo do anti-cristo.
Uma de suas alegações contra o pré-tribulacionismo é a seguinte: "Se o povo de Deus tem sofrido tribulações e perseguições desde os tempos de Israel no Antigo Testamento até os tempos da igreja no Novo Testamento em suas diferentes eras e diferentes lugares, por que a igreja da atualidade não passaria pelo sistema do homem da iniquidade dos últimos dias? Seriam os cristãos de hoje melhores e mais especiais do que os crentes dos primeiros séculos que eram brutalmente perseguidos e mortos de diversas maneiras? Seria muito fácil se fosse assim..." Esse é um dos argumentos dos críticos do pré-tribulacionismo.
Vamos então à resposta pré-tribulacionista para tal questionamento. O pré-tribulacionismo não nega que a igreja possa passar por grandes dificuldades e perseguições nos últimos dias. O fato da igreja não passar pelos últimos sete anos da história da humanidade (período da Grande Tribulação, governo do anti-cristo) não nos isenta de passarmos por momentos difíceis, momentos de aflições, momentos de perseguições. A qualquer momento pode ser levantado algum governo anti-cristianismo e proclamar uma grande perseguição contra a fé cristã. Aliás, durante toda a história da igreja, inclusive na atualidade, a igreja tem passado por esse tipo de perseguição. Basta ver o que acontece nos países muçulmanos e nos países comunistas por exemplo. Isso acontece em plenos tempos modernos, onde fala-se tanto em liberdade religiosa, liberdade de expressão, democracia. A religião cristã é a religião mais perseguida de todos os tempos. Porém, tudo isso não se trata da Grande Tribulação a qual o Senhor Jesus fala em Mateus 24. A Grande Tribulação profetizada por Jesus será esse período de sete anos que vai haver uma grande aflição como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá. Esse período é que realmente a igreja estará livre, conforme diz em Apocalipse 3:10: "Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra".
Se você quer se livrar da Grande Tribulação que vai vir sobre a face da terra, creia hoje mesmo no Senhor Jesus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida. O Senhor Jesus está de braços abertos para te receber. Venha o mais rápido possível, pois amanhã poderá ser tarde demais.
Ricardo dos Santos
quarta-feira, 29 de janeiro de 2025
Não passará esta geração: o que Jesus quis dizer com isso?
Autor: Roger Gonçalves
Mateus 24:34: “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas aconteçam”.
Jesus errou quando afirmou que os sinais do tempo do fim se cumpririam em sua era?
Problema: Jesus falou de sinais e maravilhas no que diz respeito à sua segunda vinda. Mas ele disse que “esta geração” não passaria, sem que tudo isso acontecesse. Isso quis dizer que esses eventos aconteceriam durante a vida dos que o ouviam?
Solução: Esses eventos (i.e., a Grande Tribulação, o sinal da volta de Cristo e o fim dos tempos) não ocorreram nos dias de seus ouvintes. Portanto, é racional entendermos que o seu cumprimento se dará ainda no futuro. Essa questão requer um exame mais cuidadoso do significado de “geração”, quanto a sentidos diferentes relativamente aos contemporâneos de Jesus.
Primeiro, “geração” em grego (genea) pode significar “raça”. Nessa situação específica, a afirmação de Jesus poderia significar que a raça judia não passaria até que todas as coisas se cumprissem. Por haver muitas promessas a Israel, inclusive a da herança eterna da terra da Palestina (Gn 12; 14-15; 17) e do reino Davídico (2 Sm 7), Jesus poderia estar se referindo à preservação da nação de Israel por Deus, de forma a cumprir com as promessas feitas a Israel.
De fato, Paulo fala de um futuro da nação de Israel, quando eles serão restabelecidos nas promessas do pacto de Deus com eles (Rm 11:11-26).
A resposta de Jesus à última pergunta de seus discípulos levava em conta que haveria um futuro reino para Israel, quando eles perguntaram: “Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?” Em vez de repreendê-los por falta de compreensão, Jesus respondeu: “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (At 1:6-7).
Segundo, “geração” poderia referir-se também a uma geração em seu sentido usual, de pessoas vivendo no tempo indicado. Nesse caso, a palavra se referiria às pessoas que estarão vivas quando essas coisas acontecerem no futuro. Em outras palavras, a geração que estiver viva quando essas coisas começarem a acontecer (o abominável da desolação [v. 15], a grande tribulação tal como nunca houve antes [v. 21], o sinal do Filho do Homem no céu [v. 30] etc.) permanecerá viva até quando esses juízos se completarem. Portanto, já que comumente se crê que, no fim dos tempos, a tribulação terá a duração de sete anos (Dn 9:27; cf. Ap 11:2), Jesus estaria dizendo que “esta geração” que estiver vivendo a tribulação ainda estará viva no seu final.
Sob qualquer hipótese, não há razão alguma para se considerar que Jesus tivesse feito a afirmação, obviamente falsa, de que o mundo terminaria dentro do período de vida dos seus contemporâneos.
Roger Gonçalves é teólogo, apologeta e membro da Primeira Igreja Batista de Paciência. Esse estudo foi extraído do seu blog "Esquadrão anti-preterista", onde ele combate as heresias do preterismo que diz que o retorno de Jesus foi no ano 70 d.C..
Tempos atuais
Autor: Roger Gonçalves
II Timóteo 3:1 - "Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos."
Segundo a tradição bíblica, o termo original grego usado aqui destaca a ideia de algo que é não somente difícil, mas perigoso e furioso ao mesmo tempo. Essa palavra foi utilizada para descrever situações extremamente desafiadoras e perigosas que poderiam confrontar os crentes da época. Dessa forma, ao se referir a algo 'difícil de fazer' ou 'difícil de suportar', o conceito vai além da mera dificuldade e adentra o território do perigo iminente, da fúria incontrolável, colocando em destaque a magnitude e seriedade das provações que poderiam surgir na jornada de fé dos crentes.
Roger Gonçalves é teólogo, apologeta e membro da Primeira Igreja Batista de Paciência.