Santidade

Devemos ser santos na terra, se quisermos ser santos no céu. Foi Deus que disse e Ele não voltará atrás: “A santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14). Observou William Jenkyn: “O calendário do papa só declara santos às pessoas mortas, mas as Escrituras requerem a santidade da parte dos vivos”. John Owen afirmou: “Não se deixe iludir. O Senhor Jesus Cristo só conduz ao céu àqueles a quem Ele santifica na terra. O Cabeça vivo não admite membros mortos”. J.C. Ryle
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quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Argumentos que destroem o relativismo


 Autor: Ricardo dos Santos 



  No mundo pós-moderno que vivemos, temos visto uma constante luta contra a verdade. Nós cristãos, que conhecemos a Palavra de Deus, sabemos que a verdade é absoluta, pois a verdade é a pessoa de Jesus. Mas, o mundo insiste na ideia de que a verdade é relativa.

  Antes de continuarmos o nosso assunto, precisamos entender o que é relativismo. Na filosofia, é a crença de que não há uma verdade absoluta, mas muitas verdades. Ainda que sejam opostas, a verdade torna-se apenas a nível pessoal. A "verdade" do outro pode ser completamente oposta a minha, mas em ambos os casos, elas são iguais em validade, mesmo sendo contrárias na natureza lógica.

  Agora, vamos aos argumentos que destroem o relativismo:

1- É interessante como o chamado mundo "progressista" e "evoluído" odeiam tanto os cristãos bíblicos e fundamentalistas. Justamente esse pessoal que fala tanto em "amor", fala tanto em "democracia", fala tanto em "tolerância", fala tanto em "relativismo de pensamento", mas quando um cristão bíblico levanta a sua voz em defesa da Santa Palavra de Deus, logo cai a máscara desse pessoal e percebe-se claramente que esse "amor" e "tolerância" que eles pregam tanto não passam de meras palavras bonitas e que na prática são completamente o avesso do que pregam. 

2- Imagine que você esteja conversando com alguém que defende a verdade relativa. Daí você faz a seguinte pergunta: "Você tem CERTEZA ABSOLUTA de que a verdade é relativa?" Se a pessoa responder com toda a certeza que sim, ela acaba se cair numa pegadinha, pois entra em contradição. A partir do momento em que a pessoa defende com unhas e dentes um determinado ponto de vista, negando qualquer possibilidade para outra visão, ela acaba se tornando bem absolutista naquele assunto. Então, percebe-se que a verdade relativa é algo contraditório.

3- Agora, imagine que a conversa seja sobre vida após a morte. Alguns defendem que depois da morte acaba-se tudo, ou seja, não existe vida após a morte; os espíritas já creem que existe reencarnação, ou seja, a alma reencarna no corpo de outra pessoa; os católicos creem que existe um purgatório, onde as almas dos pecadores ficarão em tormento por um determinado tempo até pagar pelos seus pecados, só depois então a alma vai para o céu; os adventistas e os Testemunhas de Jeová creem que quando a pessoa morre, ela fica inconsciente, como se tivesse em profundo sono, só acordando no momento da ressurreição, quando ocorrerá o juízo final. Nós cristãos, baseados na Palavra de Deus, cremos que a alma é eterna e que só há dois destinos: céu ou inferno. Cremos que somente por meio de Jesus Cristo é que podemos ir para o céu.

  Agora, vamos analisar juntos. O defensor da verdade relativa acredita que cada um tem a sua verdade, cada um tem o seu ponto de vista e que não existe verdade absoluta. Já que é assim, se a nossa doutrina cristã estiver errada, se esse negócio de céu e inferno não existir, se esse negócio de salvação em Cristo Jesus for apenas uma invenção, isso para nós não vai fazer nenhuma diferença, pois quando morrermos, simplesmente vamos ser enterrados juntamente com a nossa crença e tudo vai se acabar e o mundo vai continuar seguindo em frente. Mas, e se nós cristãos estivermos certos? Como fica a situação daqueles que não creem? Se realmente existir o céu e o inferno? Se a salvação for realmente por meio de Jesus Cristo? Como fica a situação do ateu, do espírita, do católico, do adventista e do testemunha de Jeová? 

  Pois é meu amigo! Podemos perceber claramente que nós cristãos estamos na vantagem no que se refere à vida após a morte e isso passa a ser mais um problema para o pensamento do relativismo.

Conclusão 

  Podemos, então, afirmar que a verdade é realmente absoluta, pois a verdade é Jesus Cristo. Assim disse o Senhor Jesus em João 14:6: "Disse-lhe Jesus: Eu sou O caminho, e A verdade e A vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." Também está escrito: "Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é A verdade" (João 17:17). 

  Creia hoje mesmo em Jesus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida. Fora dele não existe outro caminho. Jesus é a verdade e essa verdade é absoluta.

Links relativos a essa matéria nesse blog:

https://verdadeirafeoriginal.blogspot.com/2024/01/por-que-fe-crista-biblica-e-unica-fe.html?m=0

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Ricardo dos Santos 

segunda-feira, 9 de junho de 2025

O afrouxamento de absolutos e a heresia de que pessoas que professam falsos evangelhos irão para o céu

  Autor: Pr. C. J. Jacinto 


  Há uma fábula que se fortalece cada vez mais em nossos dias, um erro, uma heresia. Ela é a consequência de uma negação categórica de uma queda histórica do homem como narra os primeiros capítulos de Gênesis. 
  A Evolução e o humanismo creem que o homem está melhorando, está evoluindo. Creem que o progresso, a ciência e a tecnologia são provas, o homem se auto-supera, se torna um salvador de si mesmo. A verdade é que o homem é tão pecador quanto foi Adão, é destituído da graça de Deus, é espiritualmente corrompido. 
  Uma sociedade avançada pode cair num nível de impiedade sem limites. É só pesquisar a Europa no período da II Guerra, antes, durante e depois dela. O Dr Phillip Zimbardo provou isso nas suas experiências em Stanford, escreveu o "Efeito Lúcifer" e provou que nas circunstâncias apropriadas, os "melhores" filhos de Adão se tornam em verdadeiros monstros morais. 
  O homem pecador precisa ser regenerado, precisa nascer de novo, precisa crer em Cristo como seu único salvador, precisa crer que foi Cristo quem satisfez a justiça de Deus morrendo na cruz levando sobre si mesmo as nossas iniquidades e efetuando uma perfeita e eterna redenção. Pessoas não serão salvas por serem religiosas, boas, bem intencionadas, honestas, não! Elas só serão salvas quando crerem que Cristo morreu por elas e por isso mesmo confessam que ele é o único Salvador, Advogado e Mediador e que sua obra na cruz foi consumada e perfeita. A parcialidade e o afrouxamento desses absolutos hoje em dia, no neo-evangelicalismo moderno é uma evidência clara de que tais não conhecem o evangelho. Um verdadeiro desastre!

C. J. Jacinto

Mais artigos como esse é só acessar:

www.heresiolandia.blogspot.com

Contatos com o Autor:

claviojj@gmail.com



sábado, 12 de abril de 2025

Fanáticos ou defensores da verdade?

Autor: John Kennedy (1813-1900)

Tradução: Robson Alves de Lima



Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente deve suportar esse título. É uma marca de honra, embora a sua intenção seja envergonhar. É um nome que comprova estar o crente vinculado ao grupo de pessoas das quais o mundo não era digno, mas que, enfrentando a ignomínia por parte do mundo, fizeram mais em benefício deste do que todos aqueles que viviam ao seu redor. O mundo sempre sofre por causa dos homens que honra. Os homens que trazem misericórdia ao mundo são os que ele odeia.
Sim! Os antigos reformadores eram homens fanáticos em sua época. E foi bom para o mundo eles terem sido assim. Estavam dispostos a morrer, mas não comprometeriam a verdade. Submeter-se-iam a tudo por motivo de consciência, mas em nada se sujeitariam aos déspotas. Sofreriam e morreriam, mas temiam o pecado. Esse fanatismo trouxe liberdade para a sua própria terra natal, como bem demonstra o exemplo dos reformadores escoceses. O legado deixado por esses homens, cujo lar eram as cavernas na montanha e cuja única mortalha era a neve, que com freqüência envolvia seus corpos quando morriam por Cristo - é uma dádiva mais preciosa do que todas as oferecidas por reis que ocuparam o trono de seus países ou por todos os nobres e burgueses que possuíam suas terras. Sim, eles eram realmente fanáticos, na opinião dos zombadores céticos e perseguidores cruéis; e toda a lenha com a qual estes poderiam atear fogueiras não seria capaz de queimar o fanatismo desses homens de fé.
Foram esses implacáveis fanáticos, de acordo com a estimativa do mundo, que encabeçaram a cruzada contra o anticristo, quando na época da Reforma desceu fogo do céu e acendeu em seus corações o amor pela verdade. Esses homens, através de sua inabalável determinação, motivados por fé viva, venceram em épocas de severas provações, durante as quais eles ergueram sua bandeira em nome de Cristo. Um lamurioso Melanchthon teria barganhado o evangelho em troca de paz. A resoluta coragem de um Lutero foi necessária para evitar esse sacrifício. Em todas as épocas, desde o início da igreja, quando a causa da verdade emergiu triunfante sobre o alarido e a poeira da controvérsia, a vitória foi conquistada por um grupo de fanáticos que se comprometeram solenemente na defesa dessa causa.
Existe hoje a carência de homens que o mundo chame de “fanáticos”. Homens que possuem pulso fraco e amor menos intenso pouco farão em benefício da causa da verdade e dos melhores interesses da humanidade. Eles negociarão até sua esperança quanto à vida por vir em troca da honra proveniente dos homens e da tranqüilidade resultante do comprometimento do evangelho. Há muitos homens assim em nossos dias, mesmo nas igrejas evangélicas e na linha de frente do evangelicalismo; homens que se gloriam de uma caridade indiscriminada em suas considerações, de um sentimento que rejeita o padrão que a verdade impõe; homens que aprenderam do mundo a zombar de toda a seriedade, a queixarem-se da escrupulosidade de consciência e a escarnecer de um cristianismo que se mantém através da comunhão com os céus! Esses têm os seus seguidores.

Um amplo movimento emergiu afastado do cristianismo vital, de crenças fixas e de um viver santo. As igrejas estão sendo arrastadas nessa corrente. Aproxima-se rapidamente o tempo em que as únicas alternativas serão ou a fé viva ou o ceticismo declarado. Uma violenta maré se abate sobre nós nessa crise, e poucos mostram-se zelosos em resistir. Não podemos prever qual será o resultado nas igrejas, nas comunidades e nos indivíduos, tampouco somos capazes de tentar conjecturá-lo sem manifestar sentimentos de tristeza. Contudo, uma vitória segura é o destino da causa da verdade.
E, até que chegue a hora de seu triunfo, aqueles que atrelaram seus interesses à carruagem do evangelho perceberão que fazem parte de um grupo que está diminuindo, enquanto avançam até àquele dia; seu sentimento de solidão se aprofundará, enquanto seus velhos amigos declinarão à negligência, a indiferença se converterá em zombaria, e as lamúrias se transformarão em amarga inimizade. Eles levarão adiante a causa da verdade somente em meio aos escárnios dos incrédulos e às flechas dos perseguidores. Mas nenhum daqueles que amam a verdade - aqueles cujos olhos sempre descansaram na esperança do evangelho - deve acovardar e fugir das provações. Perecer lutando pela causa da verdade significa ser exaltado no reino da glória. Ser massacrado até à morte, pelos movimentos de perseguição, significa abrir a porta da prisão, para que o espírito redimido passe da escravidão ao trono. Em sua mais triste hora, aquele que sofre por causa da verdade não deve recusar a alegria que os lampejos da mensagem profética trazem ao seu coração, quando brilham através das nuvens de provação. O seu Rei triunfará em sua causa na terra e seus amigos compartilharão da glória dEle. Todas as nações sujeitar-se-ão ao seu domínio. As velhas fortalezas de incredulidade serão aniquiladas até ao pó. A iniqüidade esconderá sua face envergonhada. A verdade, revelada dos céus, receberá aceitação universal e será gloriosa no resplendor de seu bendito triunfo aos olhos de todos.
(Originalmente, Truth.s Defenders Vindicated, The Banner of Truth, maio de 1957, pp 32-33).

sexta-feira, 11 de abril de 2025

O fundamentalismo contra o liberalismo teológico

 Texto extraído da página "Conservadorismo Cristão" do Facebook 


  O Fundamentalismo, diferente da conotação que se tem hoje, foi formalizado no final do século 19 e início do século 20 por cristãos conservadores - John Nelson Darby, Dwight L. Moody, BB Warfield, Billy Sunday e outros - que estavam preocupados com o fato de que os valores morais estavam sendo corroídos pelo Modernismo - uma crença de que os seres humanos (ao invés de Deus) criam, melhoram e remodelam o seu ambiente com a ajuda do conhecimento científico, tecnologia e experimentação prática. Além de lutar contra a influência do Modernismo, a igreja estava lutando contra o movimento alemão de alta crítica, o qual buscou negar a inerrância das escrituras.
  O Fundamentalismo é construído em cinco princípios da fé cristã, embora haja muito mais para o movimento do que a adesão a estes princípios:

1- A bíblia é literalmente verdadeira. Associada a este princípio é a crença de que a Bíblia é infalível, isto é, sem erros e livre de contradições.

2- O nascimento virginal e a divindade de Cristo. Os fundamentalistas acreditam que Jesus nasceu da Virgem Maria, foi concebido pelo Espírito Santo e era e é o Filho de Deus plenamente humano e divino.

3- A expiação substitutiva de Jesus Cristo na cruz. O Fundamentalismo ensina que a salvação é obtida somente através da graça de Deus e a fé humana na crucificação de Cristo para os pecados da humanidade.

4- A ressurreição corporal de Jesus. No terceiro dia após a sua crucificação, Jesus ressuscitou dos mortos e agora está assentado à direita de Deus Pai.

5- A autenticidade dos milagres de Jesus como registrados nas Escrituras e a literal e pré-milenar segunda vinda de Cristo à Terra.



                         Michael Pierl, um pastor batista fundamentalista norte-americano 

Página Conservadorismo Cristão (Facebook)




sábado, 21 de setembro de 2024

A fé, a razão e a verdadeira ciência

 Autor: Ricardo dos Santos 


  Temos vivido um tempo em que a sociedade tem procurado cada vez mais distanciar a fé da razão, como se fé fosse algo irracional. A sociedade pós-moderna tem usado o máximo de esforço possível para abolir qualquer coisa que esteja relacionado à fé, principalmente quando se trata de fé cristã. O homem pós-moderno quer eliminar Deus de todas as áreas da vida cotidiana: do sistema educacional, da política, da ciência, do trabalho, da família... Basta ver, por exemplo, como estão querendo mudar o conceito de família. A família hoje já não precisa mais ser necessariamente formada por um homem e uma mulher conforme o padrão bíblico. Segundo eles, um homem com outro homem também pode ser uma "família", assim como uma mulher com outra mulher. Daí as seguintes perguntas: como fica a procriação dentro desse novo modelo de "família" criado pelos homens? Existe algo de natural nesse novo tipo de "família"? Como ficará o crescimento populacional nas próximas gerações? Será que os que se declaram progressistas já pararam para analisar o quão mal estão fazendo para as próximas gerações? Baseado nessas perguntas e sabendo muito bem as respostas, fica claro para nós o quão ignorantes são essas pessoas que têm se levantado contra os princípios cristãos.
  Voltando então a falar da fé. O que vem a ser fé? A bíblia responde. Em Hebreus 11:1-3 está escrito: "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem. Porque por ela os antigos alcançaram testemunho. Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente". Então, podemos ver que fé é fundamento, é certeza dos fatos. Conforme bem escreveu o apologista Dave Hunt em seu livro "Em defesa da fé cristã", a fé cristã não é algo como um salto no escuro, ou seja, não é algo irracional. Nesse mesmo livro, ele cita a passagem de Jesus após a ressurreição, quando ele foi provar para os discípulos que era ele mesmo. Assim diz o renomado autor em seu livro, na página 16:
  "Lucas nos relata que nos quarenta dias que Jesus passou com seus discípulos após sua ressurreição, Ele 'se apresentou vivo com muitas e infalíveis provas' (At 1:3; grifo do autor). Claramente, Cristo não achou que seria suficiente apenas mostrar-se a seus discípulos sem provar com evidências irrefutáveis sua ressurreição. Ele considerou tanto legítimo quanto essencial provar que Ele era exatamente o mesmo que fora crucificado e que ressuscitara dos mortos no mesmo corpo (mas agora em uma nova e gloriosa forma) que fora sepultado sem vida.
  'Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo', Cristo disse aos discípulos estupefatos na primeira vez que Ele apareceu-lhes depois de sua ressurreição. 'Tocai-me e vede, pois um espírito [fantasma] não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho' (LC 24:39; grifo do autor). Eles pensaram que estavam vendo um fantasma, mas Jesus provou o contrário. O incrédulo Tomé não estava presente nesta primeira ocasião, e Cristo declarou posteriormente: 'Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; chega a tua mão e põe-na no meu lado...' (Jo 20:27). Ali estava a tangível evidência irrefutável".
  Agostinho de Hipona tinha a seguinte frase sobre fé e razão: "A fé e a razão caminham juntas, mas a fé vai mais longe".
  Para terminarmos, e quanto à ciência? A verdadeira ciência também não contradiz a fé e, consequentemente, não contradiz as escrituras. Sendo assim, toda essa "ciência" darwinista evolucionista que tenta eliminar o criacionismo bíblico, não passa de uma pseudo ciência. Devemos mostrar para esse pessoal idólatra por ciência que muitas descobertas científicas realizadas ao longo dos anos, a bíblia já falava séculos e séculos antes dessas tais descobertas. Quando levantarem alguma teoria "científica" que vai contra a bíblia, devemos sempre ficar ao lado da bíblia.
  SOLA FIDE! SOLA SCRIPTURA!!!!
Ricardo dos Santos 
  

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Toda a bíblia é a Palavra de Deus: Assim devemos crer

 Autor: Ricardo dos Santos 


  É lamentável vermos certas opiniões contraditórias de alguns irmãos na fé. Alguns dizem que creem na bíblia como a inerrante Palavra de Deus, creem no nascimento virginal milagroso de Nosso Senhor Jesus Cristo, creem na inerrância das profecias e outras coisas que também são realmente bíblicas, mas quando alguém entra no assunto da literalidade dos dias da criação do Gênesis, eles negam e preferem acreditar no engodo de que os primeiros capítulos do Gênesis são simbólicos. Já outros irmãos creem de forma contrária: eles creem e defendem a historicidade e a literalidade do Gênesis, creem em todas as outras doutrinas fundamentais do cristianismo, porém, no que diz respeito a doutrinas escatológicas, negam o arrebatamento pré-tribulacionista e a literalidade do milênio (mil anos de governo do Senhor Jesus aqui na terra, onde haverá paz e justiça). Esses se declaram amilenistas.
  Até quando esses irmãos vão continuar negando doutrinas essenciais das escrituras? Até quando esses irmãos vão continuar acreditando em meras doutrinas e tradições humanas? Até quando vão ficar trocando a verdadeira interpretação literal pelas interpretações tendenciosos? 
  Devemos crer em toda a escritura do Gênesis ao Apocalipse. A bíblia é a Palavra que Deus revelou a nós. Ela é a nossa bússola, a nossa guia, pois Jesus é a própria Palavra de Deus que se fez carne e tabernaculou entre nós.
  Moral da história: se você nega ou desacredita em qualquer passagem bíblica, é o próprio Jesus que você está negando.

Ricardo dos Santos 


sábado, 17 de agosto de 2024

O teste fundamental da vida cristã a nível pessoal

 Autor: Pr. Clávio Jacinto 



Quanto tempo faz que você não ouve uma pregação acerca do juízo final e o inferno ?

Quanto tempo faz que você não ouve uma pregação sobre o arrependimento?

Quanto tempo faz que você não ouve uma pregação sobre o negar-se a si mesmo e tomar a sua cruz?

Quanto tempo faz que você não ouve uma pregação sobre o  sacerdócio universal de todos os Santos?

Quanto tempo faz que você não ouve uma advertência sobre os problemas das versões modernas da bíblia?

Quanto tempo faz que você não ouve uma advertência sobre os perigos envolvendo o relativismo, o imperativo diabólico que infesta todos os setores da sociedade atual?

Quanto tempo faz que você não ouve um sermão sobre a segunda vinda de Cristo com uma convicção profunda acerca das bençãos e dos perigos que envolvem essa verdade fundamental?

Quanto tempo faz que você não ouve uma pregação defendendo os absolutos inegociáveis do Evangelho?

Quanto tempo faz que você não ouve uma mensagem acerca do reino de Deus e seus valores e implicações aos redimidos?

Quanto tempo faz que você não ouve uma pregação sobre a divindade de Cristo?

Quanto tempo faz que você não ouve uma mensagem acerca dos perigos envolvendo o controle total que está sendo implantado por meios sutis através da tecnologia em nossos dias?

Quanto tempo faz que você não ouve um sermão em defesa da família tradicional?

Quanto tempo faz que você não ouve um sermão fervoroso acerca da importância da oração?

Quanto tempo faz que você não ouve um sermão fervoroso acerca de temor e reverência a Deus?

Quanto tempo faz que você não ouve uma mensagem acerca do jejum e consagração pessoal?

As respostas são pessoais e fundamentais, elas apenas podem  revelar o quanto você está distante ou próximo de um púlpito que é caracterizado por fidelidade doutrinária ou associado a apostasia e ao antropocentrismo.

As respostas podem ser um alerta, sua vida está em perigo ou simplesmente você está no mesmo processo de declínio , o destino final da apostasia.

Procure uma igreja que pregue essas coisas, não importa o quão distante fique de sua casa.

Pr. Clávio. J. Jacinto. E-mail para contato:

claviojj@gmail.com

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Por que sou fundamentalista?

 



 Esse vídeo é da Igreja Presbiteriana Fundamentalista do Ipsep. Ele explica perfeitamente porquê nós cristãos protestantes devemos ser fundamentalistas. Devemos sim viver e defender a Palavra de Deus em sua literalidade. Devemos ser diferentes e separados desse mundo, pois para isso o Senhor nos escolheu e nos chamou.
  Esse vídeo é de grande importância para os nossos dias, pois vivemos dias em que muitos líderes evangélicos têm se entregado ao ecumenismo religioso, fazendo assim associação com as trevas, quando na verdade a bíblia nos exorta a não fazermos nenhuma associação com as trevas.
  Por favor, assistam ao vídeo!

Vídeo retirado do blog da Igreja Presbiteriana Fundamentalista do Ipsep.