Autor: Pr. C. J. Jacinto
Há uma fábula que se fortalece cada vez mais em nossos dias, um erro, uma heresia. Ela é a consequência de uma negação categórica de uma queda histórica do homem como narra os primeiros capítulos de Gênesis.
A Evolução e o humanismo creem que o homem está melhorando, está evoluindo. Creem que o progresso, a ciência e a tecnologia são provas, o homem se auto-supera, se torna um salvador de si mesmo. A verdade é que o homem é tão pecador quanto foi Adão, é destituído da graça de Deus, é espiritualmente corrompido.
Uma sociedade avançada pode cair num nível de impiedade sem limites. É só pesquisar a Europa no período da II Guerra, antes, durante e depois dela. O Dr Phillip Zimbardo provou isso nas suas experiências em Stanford, escreveu o "Efeito Lúcifer" e provou que nas circunstâncias apropriadas, os "melhores" filhos de Adão se tornam em verdadeiros monstros morais.
O homem pecador precisa ser regenerado, precisa nascer de novo, precisa crer em Cristo como seu único salvador, precisa crer que foi Cristo quem satisfez a justiça de Deus morrendo na cruz levando sobre si mesmo as nossas iniquidades e efetuando uma perfeita e eterna redenção. Pessoas não serão salvas por serem religiosas, boas, bem intencionadas, honestas, não! Elas só serão salvas quando crerem que Cristo morreu por elas e por isso mesmo confessam que ele é o único Salvador, Advogado e Mediador e que sua obra na cruz foi consumada e perfeita. A parcialidade e o afrouxamento desses absolutos hoje em dia, no neo-evangelicalismo moderno é uma evidência clara de que tais não conhecem o evangelho. Um verdadeiro desastre!
C. J. Jacinto
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