Autor: Ricardo dos Santos
Santidade
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Batistas russos: A resistência ao regime comunista
terça-feira, 17 de junho de 2025
Sir Robert Anderson
Texto extraído do site espada.eti.br
Embora de ascendência escocesa, Sir Robert Anderson nasceu em Dublin (Irlanda), em 29/05/1849. Seu pai, Mathew Anderson, exercia a função de "Crown Solicitor" (Solicitador da Coroa) na capital irlandesa, tendo sido um eminente presbítero na Igreja Presbiteriana da Irlanda.
Em 1863, Sir Robert Anderson foi convocado para o Tribunal Irlandês. Em 1865, começou a assessorar o governo irlandês no interrogatório de prisioneiros e na preparação de documentos legais. Em 1873, casou-se com Lady Agnes Moore, irmã do Duque de Drogheda, um verdadeiro acerto nos dois sentidos.
Em 1877, o seu conhecimento especial nos meandros da conspiração o levou a ser nomeado Agente Irlandês do Escritório Nacional e, em 1886, quando Londres estava apavorada com o caso de "Jack, o Estripador", ele foi trabalhar na Scotland Yard como Comissário Assistente da Polícia Metropolitana e Chefe do Departamento de Investigação Criminal.
Nesse tempo, Arthur Conan Doyle estava divertindo Londres com suas histórias sobre Sherlock Holmes, mas eram Sir Anderson e sua equipe que estavam libertando a cidade dos crimes e dos criminosos, tanto que, segundo registros da época, a criminalidade diminuiu consideravelmente em Londres. Sir Robert ocupou esse cargo até 1901, quando foi sagrado Cavaleiro e se aposentou, aos 60 anos de idade.
W. H. Smith declarou na Casa dos Comuns que Sir Anderson "havia desempenhado os seus deveres com grande habilidade e perfeita fidelidade ao público. Raymond Blathwayt em sua obra Great Thoughts (Grandes Pensamentos), escreveu: "Sir Robert Anderson é um dos homens a quem o país, mesmo sem conhecer, tem um grande débito".
Ele foi especialmente ligado aos maiores mestres do seu tempo, incluindo James M. Gray. C. I. Scofield, A. Dixon e E. W. Bullinger.
Às 11 horas do dia 15 de novembro de 1918, ele passou, calmamente, à presença do Senhor que ele tanto amava.
Como autor o seu nome prevalecerá entre as futuras gerações. Seus livros em geral: Criminals and Crimes (Criminosos e Crimes), Side Light on the Home Rule Movement (O Lado Claro do Movimento do Governo do Lar) e The Lighter Side of My Official Life (O Lado Mais Claro de Minha Vida Oficial), tratando principalmente das coisas temporais, talvez não consigam sobreviver. Porém os seus volumes de Estudos Bíblicos, os quais tratam das "coisas eternas", esses hão de perdurar.
espada.eti.br
terça-feira, 10 de junho de 2025
Uma pequena, grande e frutífera igreja
Autor: Diácono Elyser Antunes de Sá
Vamos meditar bem neste assunto e ver se realmente é assim. Quem sabe algumas pessoas que não conheçam a história da igreja e outras que se esqueceram de alguns momentos de nossa história, é sempre bom relembrarmos as coisas boas e que nos trazem alegria. Senão vejamos: Primeiramente gostaríamos de relembrar de algumas pessoas, de saudosa memória, que foram responsáveis pela existência de nossa igreja e que provavelmente dariam sua vida por ela. PASTORES: NILSON PINTO CORREA E RAY LEE BEL; PRESBÍTEROS: LUIS DIAS DE CASTRO, IRINEU ANTONIO DE SOUZA, ALCIDES PEREIRA DE LUCENA E JOSIAS ANTUNES DE SÁ; DIÁCONOS: MIGUEL DE OLIVEIRA SOARES, ELIAS ANTONIO DE SOUZA, BENEDITO CIQUEIRA DOS SANTOS E DEOCLECIANO AMÉRICO TELLES; IRMÃS: OUVÍDIA RANGEL DE CASTRO, LEOPOLDINA GOMES DE ALMEIDA, DIAMANTINA DE NOVAIS RAMOS, ALICE PAULA DE SOUZA, AUGUSTA DO NASCIMENTO SILVA, ANNA FERREIRA TELLES, ALICE DE SOUZA FERREIRA, ÁUREA MADALENA DA SILVA E DARCY DO NASCIMENTO SILVA; IRMÃOS: ANTONIO JOSÉ RODRIGUES, PAULO SILVA E JOSÉ RAMOS. Foram homens e mulheres de Deus, com erros e acertos, como nós, mas que amavam esta igreja.
Uma igreja que se dividiu em duas, dando origem a 2ª IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL DE CAMPO GRANDE, e permaneceu firme e inabalável, poderia ser chamada de pequena e infrutífera? Uma igreja que tem duas filhas que são a IEC DE ILHÉUS e atual MINISTÉRIO TERRA FÉRTIL, em Inhoaíba, tendo sido formadas por membros dessa igreja, pode ser considerada pequena e infrutífera? Uma igreja que tem, através de seus membros espalhados pelos mais longínquos rincões do Brasil, o evangelho, semeando a palavra do Senhor através de ajuda a missionários. Uns semearam a palavra, outros deram origem inclusive a igrejas e entre esses irmãos podemos citar: A 1ª IGREJA CONGREGACIONAL DE BRASÍLIA, fundada por sete membros de nossa igreja, 1ª IGREJA CONGREGACIONAL DE MANAUS, fundada por um pastor, que foi um jovem de nossa igreja, apoiado por uma família também da nossa igreja, outra família semeando o evangelho na cidade de Boavista. Outros irmãos que fazem parte do principal Ministério de uma IGREJA NOVA VIDA, no Guará em Brasília. Uma outra família que ajudou a fundar a IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR, no Sagrado Coração em Santa Cruz e que foi pastor daquela igreja. Uma igreja que durante um período manteve um de seus filhos que é pastor, em NOVA VENÉCIA. Ajudou a fundar um trabalho missionário em TANGARÁ DA SERRA, MT, ajudando a manter o obreiro. Uma igreja que durante muitos anos ajudou a manter, entre os índios na região amazônica, pastor e sua esposa, ambos membros da nossa igreja e que hoje são professores do SEMINÁRIO PALAVRA DA VIDA, formando novos missionários, entre eles os seus próprios filhos, tendo portanto participação naqueles que vão sendo formados naquele Seminário. Entre seus filhos saíram vários pastores. Poderia alguém em sã consciência dizer que essa igreja é pequena e infrutífera?
Amados, nossa igreja, embora pareça pequena, tem sido um centro de formação de irmãos capazes, instruídos na pura doutrina, que onde quer que cheguem, tornam-se referência e são benção para a igreja. A cada dificuldade ou provação nosso Deus nos tem tornado mais fortes e aqueles irmãos que o Senhor tem permitido saírem para outras igrejas têm espalhado benção para outros irmãos. Uma Igreja que participa ativamente em todos os organismos de nossa União de Igrejas. O Senhor não se preocupa com quantidade. Gideão tinha 32.000 homens para o combate, mas o Senhor escolheu somente 300, porque a força e o poder não estão na quantidade e sim no próprio Deus, somos apenas reles instrumento em suas mãos. Vamos agradecer ao nosso Deus porque esse pequeno grupo, que a cada dia o Senhor reforça com novos e abençoados irmãos, tem sido abençoado e usado por nosso Deus e nas mãos de Deus podemos afirmar sem erro ser uma IGREJA GRANDE, FORTE E FRUTÍFERA. Ao nosso Deus toda a honra e toda a glória!
Diácono Elyser Antunes de Sá, membro da Igreja Evangélica Congregacional de Jardim América no Rio de Janeiro - RJ.
Histórico do Abrigo Evangélico de Pedra de Guaratiba - Rio de Janeiro
Autor: Fernando Almeida Biato
O Sr. Abílio Augusto Biato, português de nascimento, chegou ao Brasil em 1893. Presbítero desde 1918 da Primeira Igreja Evangélica no Brasil, a Igreja Evangélica Fluminense, no Rio de Janeiro, ficou viúvo da Sra. Leopoldina Novaes Biato, em 1917, com sete filhos para criar, sendo um deles recém-nascido.
Diante das dificuldades enfrentadas, viu-se na necessidade de internar três dos seus filhos num colégio em Lavras - MG, e os outros com o irmão e o bebê com os sogros, até que se casou novamente e conseguiu restituir a família, trazendo seus filhos de volta para juntarem-se aos outros cinco filhos, fruto do casamento com D. Albertina.
Em razão de sua experiência, ele compreendeu a necessidade da criação de um estabelecimento que acolhesse os filhos de pessoas na mesma situação.
Em 1919, durante a realização da 3⁰ Convenção das Igrejas Evangélicas (hoje União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil), o Presbítero Biato, um dos delegados ali presentes, propôs a criação desse estabelecimento, sendo bem recebida a proposta e aprovada por unanimidade, dando surgimento à fundação de um orfanato evangélico, “com fundo especial e vida própria, destinado a recolher os órfãos de nossas igrejas e de outras”, apesar das grandes dificuldades a serem enfrentadas na realização de empreendimentos de tamanha complexidade.
Em 1947, esse sonho se torna realidade e temos, até hoje, o funcionamento do Abrigo Evangélico da Pedra de Guaratiba, que se mantém, desde aquela época até os dias de hoje, com as contribuições de diversas igrejas, empresas e amigos do Abrigo, como também a nossa tradicional quermesse do dia 21 de abril.
O Presbítero Abílio Biato, idealizador, fundador, provedor e sustentáculo dessa magnífica obra, faleceu em 1953, deixando-nos esse grande legado.
Fernando Almeida Biato
Fonte: https://www.abrigodapedra.org/abrigo
quarta-feira, 16 de abril de 2025
Cinco teorias interessantes sobre a história do cristianismo
Autor: Buck Williams
terça-feira, 18 de março de 2025
A verdadeira história de "São Patrício"
Autor: Caleb Joseph Hickam
Traduzido por Buck Williams
O verdadeiro "São Patrício" não era católico, mas um batista crente na Bíblia. Seus pais eram cristãos na Grã-Bretanha, mas ele próprio não era convertido até quando, com cerca de 16 anos (por volta do ano 376 d.C.), foi sequestrado por invasores irlandeses e levado para a Irlanda como escravo.
Durante seu tempo como escravo, ele meditou sobre os ensinamentos de seus pais desde a infância e, finalmente, colocou sua fé em Cristo tornando-se um cristão nascido de novo. Depois de alguns anos, ele conseguiu escapar de seu cativeiro e voltar para sua casa na Grã-Bretanha.
Contudo, logo após seu retorno para casa, o Senhor o levou a um grande fardo pelas almas de seus antigos captores, de modo que ele retornou à Irlanda como missionário. Ele liderou milhares de almas na condução de sua fé a Cristo, ordenou cerca de 450 bispos (pastores) sem qualquer aprovação de Roma, e era bem conhecido por cavar poços para batistérios fora dos prédios da igreja que construiu. Esses poços eram profundos e claramente destinados à imersão total de adultos. Em seus poucos escritos sobreviventes, ele nunca reconhece qualquer conexão com Roma ou o papa. Ele cita extensivamente a versão latina antiga (pré-Jerônimo) da Bíblia, nunca aludiu ao batismo infantil e se referia a seus seguidores como “CRENTES BATIZADOS”.
Caleb Joseph Hickam é um cristão batista fundamentalista nos EUA.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025
A relação entre o congregacionalismo e o sacerdócio de todos os crentes
Trecho da dissertação de mestrado em História Social do Rev. Idauro Campos
O congregacionalismo, entre todas as tradições surgidas a partir da Reforma Luterana, foi a mais ousada e radical aplicação do conceito reformado de sacerdócio universal dos santos, porquanto os congregacionais o aplicaram de forma soteriológica e eclesiológica:
1- Soteriológica: O homem com acesso direto a Deus por meio da obra redentora do Senhor Jesus Cristo na Cruz do Calvário, sem quaisquer outras mediações.
2- Eclesiológica: Os salvos, uma vez inseridos na Igreja, podem e devem, pela diversidade carismática dos dons distribuídos pelo Espírito Santo , atuarem na igreja, independentemente de serem ministros ordenados ou não. A atuação é ampla, livre e total, distinguindo apenas nas funções que serão exercidas conforme o carisma.
Os luteranos e os anglicanos, embora reformados, se mantiveram erastianos em suas formas de governo e mantendo muito da liturgia rígida, sendo verticalizados nas responsabilidades eclesiásticas.
O congregacionalismo é horizontal. Iguala os crentes. Tendo na democracia, na autonomia (ou independência) e na autoridade (da comunidade local reunida) seus marcos teóricos principais.
O congregacionalismo é, além de tudo, também uma Teoria Social, pois o congregacionalismo representou uma versão da tentativa dos homens de experimentarem uma forma de liberdade, ainda que liberdade religiosa, algo inovador e inusitado para a Inglaterra e mesmo Europa dos séculos XVI e XVII. Também representou o anseio de que uma vez emancipado, o homem poderia, a despeito de participar ou colaborar com instituições, tomar para si suas responsabilidades e destinos sem esperar que agências mediadoras fizessem por ele.
No início da Idade Moderna, contexto imediato do experimento congregacional, a ideia de homens livres que rejeitam a participação compulsória em uma instituição cristã legal e magisterial e que sozinhos poderiam iniciar uma comunidade de fé, dos quais seriam seus responsáveis - cuja aplicação é resultado da livre consciência, do acesso e exame aos documentos canônicos e da interpretação - seria inovadora, uma vez que o paradigma da verdade era institucionalizado e vinculado à Igreja, considerada fonte e detentora da autoridade. Destarte, o homem ocidental e europeu, era localizado na história tendo a Igreja oficial como a legitimadora de sua condição social. Era esta a instituição que lhe assegurava pertença e identidade e que lhe conferia o trilho social por onde sua vida passaria.
O congregacionalismo, com sua ênfase na participação do congregado, na consciência, na liberdade eclesiástica e na autonomia administrativa revela-se como uma versão religiosa da emancipação do indivíduo e da experimentação prática de determinadas transformações sociais pelas quais a Europa vinha testemunhando em outros locais.
Rev. Idauro Campos Júnior é pastor da Igreja Congregacional de Niterói (RJ), bacharel em Teologia (Centro Universitário Bennett), pós-graduado em História do Cristianismo (FAECAD) e mestre em História Social (Universidade Salgado de Oliveira), com especializações em Teologia Contemporânea e Ciências da Religião.
sábado, 4 de janeiro de 2025
Nosotros hermanos: história da Igreja Evangélica Congregacional da Argentina
Autor: Pr. Antonio Mario Schãr
Texto original em espanhol traduzido por Ricardo dos Santos
quarta-feira, 1 de janeiro de 2025
Memorial Clarence Larkin
Autor desconhecido
Pastor batista, professor de Bíblia e escritor norte-americano, Clarence Larkin nasceu a 28 de outubro de 1850, em Chester, no condado de Delaware, Pensilvânia. Converteu-se a Cristo aos 19 anos e sentiu-se então chamado para o ministério do Evangelho, mas as portas da oportunidade de estudo e ministério não se abriram imediatamente. Conseguiu então um emprego em um banco.
Aos 21 anos, deixou o banco e foi para a faculdade, formando-se engenheiro mecânico. Continuou como desenhista profissional por um tempo, depois tornou-se professor de cegos.
Este último esforço cultivou as suas faculdades descritivas – algo que Deus mais tarde usaria nele para produzir uma obra monumental sobre teologia dispensacionalista. Mais tarde, problemas de saúde obrigaram-no a abandonar a carreira docente. Depois de um descanso prolongado, tornou-se um fabricante. Mas não estava feliz. Sentiu que Deus o queria no ministério do Evangelho. Quando se converteu, tornou-se membro da Igreja Episcopal, mas em 1882, aos 32 anos, tornou-se batista e foi ordenado ministro batista dois anos depois. Passou diretamente dos negócios para o ministério.
A sua primeira carga foi em Kennett Square, Pensilvânia; o seu segundo pastorado foi em Fox Chase, na Pensilvânia, onde permaneceu durante 20 anos. Não era um pré-milenista na altura da sua ordenação, mas sim o seu estudo das Escrituras, com a ajuda de alguns livros que lhe caiu nas mãos, levou-o a adotar a posição pré-milenista. Começou a fazer grandes gráficos de parede, que intitulou de “Verdade Profética”, para uso no púlpito. Isto levou a que fosse convidado para lecionar, no âmbito do seu trabalho pastoral, em dois institutos bíblicos.
Durante este tempo, publicou vários gráficos proféticos, que foram amplamente divulgados. Quando a Primeira Guerra Mundial eclodiu, em 1914, foi chamado para discursos sobre A Guerra e a Profecia. Então Deus colocou no seu coração a necessidade de preparar uma obra sobre a Verdade Dispensacional (ou o Plano e Propósito de Deus nas Eras), contendo uma série de gráficos com matéria descritiva. Passou três anos da sua vida a projetar e desenhar os gráficos e a preparar os textos. A recepção favorável que teve desde que foi publicado pela primeira vez em 1918 parece indicar que o mundo esperava um livro deste tipo.
Por ter tido grande e ampla circulação neste e noutros países, a primeira edição esgotou-se logo. Seguiu-se uma segunda edição e, depois, percebendo que o livro tinha um valor permanente, Larkin reviu-o e ampliou-o, imprimindo-o na sua forma atual.
Larkin seguiu esta obra-prima com outros livros: Dividir Corretamente a Palavra, O Livro de Daniel, Mundo Espiritual, Segunda Vinda de Cristo e Um Baú de Remédios para Praticantes Cristãos, um manual sobre evangelização.
Larkin, um homem bondoso e bondoso, deplorava a tendência dos escritores para dizerem coisas pouco caridosas uns sobre os outros, pelo que procurou sinceramente evitar a crítica e satisfazer-se simplesmente apresentando o seu entendimento das Escrituras. Embora não pretendesse publicar as suas próprias obras, o Senhor conduziu nesse sentido. Durante os últimos cinco anos da sua vida, a procura pelos livros de Larkin fez com que abandonasse o pastorado e se dedicasse integralmente à escrita. Foi estar com o Senhor no dia 24 de janeiro de 1924.
Texto extraído do Facebook de Michel James Martins Lima, um cristão bíblico fundamentalista que tem feito um excelente trabalho no Facebook.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2024
Breve história do irmão Roy Bell: um ex-criminoso que se tornou um grande ministro Batista Fundamentalista
Extraído do canal Investigação Bíblica do YouTube
De família católica romana e filho de um mafioso morto quando ele ainda tinha 10 anos de idade, Roy Bell entrou cedo no mundo do crime e das drogas. Fez parte de uma gangue de motoqueiros, e virou assaltante de banco colecionando 4 prisões, 2 fugas e 12 sentenças condenatórias; o que resultou em sua prisão perpétua. Todavia, nada disso o impediu de ser transformado pelo Espírito Santo, já que fora discipulado via-correspondência por ninguém menos do que Peter Ruckman ao longo de 30 dos seus anos de cadeia, experiência que o capacitou a exercer a capelania penitenciária ao longo de 10 anos.
Enfim, durante a crise sanitária mundial (2020), a quarentena dos agentes penitenciários levou o estado de Nevada a conceder condicional aos detentos de bom comportamento sem crimes hediondos no currículo. A decisão permitiu a Roy reiniciar sua vida aqui fora (sob condicional perpétua), ministrando em diversas igrejas batistas do país e tocando um dos melhores canais fundamentalistas no YouTube, o Old School Bible Baptist. Exemplo raro de que existe ressocialização para todo aquele que QUER nascer de novo (Jo 3:3), este irmão em Cristo vai muito além de um baita testemunho de vida para ser um baita professor de Bíblia.
O canal Investigação Bíblica do YouTube é um canal fundamentalista, apologético e luta em defesa da bíblia do Texto Tradicional (King James 1611 e Almeida Corrigida e Fiel da SBTB) contra as heresias das versões modernas. Esse canal é uma forte ferramenta de combate ao sistema global do anti-cristo e a Nova Ordem Mundial.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
A luta dos batistas pela liberdade religiosa
Autor: Bruno Faé
Texto retirado do blog Memória dos Batistas
Em 1612, Thomas Helwys escreve uma obra intitulada Uma breve declaração do mistério da iniquidade. O livro é o primeiro deste tipo em língua inglesa, e uma cópia foi enviada diretamente ao rei Tiago I. Num dos trechos o autor afirma:
"Oh, rei. Não despreze o conselho dos pobres, e deixe que suas reclamações cheguem até você. O rei é um homem mortal e não Deus. Portanto, não tem poder sobre as almas imortais dos seus súditos, para fazer-lhes leis e ordenanças e para colocar chefes espirituais sobre eles. [...] A religião dos homens e Deus é um assunto entre Deus e eles. O rei não deve responder por isso. Nem pode o rei ser juiz entre Deus e os homens. Deixe que sejam hereges, turcos, judeus ou o que seja. Não pertence ao poder terreno puni-los em nenhuma medida."
Por sua ousadia e coragem, Helwys foi preso quando retornou à Inglaterra e na prisão permaneceu até sua morte em 1616. Mas as ideias deste Batista, tão modernas até para o tempo presente, não puderam ser presas ou eliminadas. Elas foram uma fonte de inspiração para diversos outros ativistas pela liberdade religiosa, dentre os quais John Murton (1585-1626).
John Murton foi um Batista membro da igreja liderada por Thomas Helwys e esteve preso com ele. Em 1615 e 1620 publicou, anonimamente, dois livros. Num deles, intitulado A Epístola, o autor defende a ideia de dois reinos separados. Segundo Murton, “a autoridade terrena pertence aos reinos terrenos, mas a autoridade espiritual pertence ao único Rei espiritual, o Rei dos Reis”.
As obras de Murton provavelmente influenciaram a elaboração da Primeira Confissão de Fé de Londres (1644). Na questão da liberdade religiosa, esta Confissão mostra que Batistas Particulares e Gerais estavam unidos no pensamento. Em seu artigo 49, está disposto que:
"Devemos defender as autoridades e todas as leis civis feitas por elas, com nosso ser e com nosso patrimônio, ainda que devamos sofrer, por razão de consciência, por não nos submeter às suas leis eclesiásticas com as quais não estamos de acordo".
O pensamento de Helwys e Murton influenciou também um grande notável Batista na luta pela liberdade religiosa, Roger Williams (1603-1683). E com esse personagem podemos olhar para um outro contexto, no qual os Batistas alcançaram suas maiores vitórias: os Estados Unidos.
Primeiras vitórias na Nova Inglaterra
Roger Williams, um pastor separatista inglês, fugiu em 1631 para a Nova Inglaterra (grupo de colônias inglesas que futuramente se tornaria os Estados Unidos) e, rejeitando o batismo infantil, se tornou Batista. Normalmente, as colônias tinham também uma religião oficial, Anglicana ou Congregacional. Na cidade de Boston, Williams começa a pedir às autoridades que parassem de policiar as crenças religiosas das pessoas. Ele defendia que o poder do magistrado civil se estendia apenas às ações externas dos indivíduos, mas jamais deveriam interferir nas questões internas da alma. Por sua militância, foi banido da colônia de Massachusetts.
Decidido a implementar sua visão de liberdade religiosa, Williams segue para uma região mais ao sul e funda a colônia de Rhode Island em 1636, onde implementa um governo no qual haveria liberdade de consciência. Desta forma, pode-se dizer que Roger Williams fundou o primeiro lugar no mundo moderno onde cidadania e religião estavam separados, ou seja, havia separação entre igreja e Estado.
Foi justamente em Rhode Island, em 1638, onde Williams também estabeleceria a Primeira Igreja Batista nos Estados Unidos, na cidade de Providence.
Em 1644, Roger Williams escreveu o livro O princípio sangrento da perseguição por causa da consciência. Usando argumentos bíblicos, ele clama por um “muro de separação” entre a igreja e o Estado e pela tolerância para com várias denominações cristãs, incluindo o Catolicismo, e também para com pagãos, judeus, turcos ou até mesmo anticristãos. Em um trecho, ele afirma:
"Deus não exige que uma uniformidade religiosa seja promulgada e determinada em qualquer estado civil. Cedo ou tarde, a uniformidade forçada será a maior ocasião da guerra civil, do arrebatamento da consciência, da perseguição de Cristo Jesus em seus servos, da hipocrisia e da destruição de milhões de almas".
Essa obra de Roger Williams foi posteriormente citada como fonte filosófica por John Locke, pela Primeira Emenda à Constituição dos Estados Unidos e por vários escritos de Thomas Jefferson.
Por seu princípio de liberdade de consciência, Rhode Island se tornou um local de refúgio para os perseguidos de outras colônias, e assim passou a ser também alvo de ataques. Para garantir a segurança em seu território, seus líderes recorreram ao rei da Inglaterra, Carlos II. Entra em cena então mais um notável Batista, o pastor John Clarke (1609-1676).
Em 1653, John Clarke foi enviado por uma comissão de Rhode Island à Inglaterra para interceder junto ao rei pelo reconhecimento formal da colônia. Ali, ele permaneceu durante dez anos e em 1663 o rei lhes concedeu a Escritura Real, na qual estava registrado que “nenhuma pessoa na colônia poderia ser molestada, punida, perturbada ou desacreditada por nenhuma diferença de opinião ou em matéria de religião”. Esta Escritura Real é o primeiro documento oficial a garantir liberdade religiosa no território dos Estados Unidos.
Conquista da liberdade religiosa nos Estados Unidos
Mas a conquista máxima dos Batistas no campo da liberdade religiosa provavelmente foi a Primeira Emenda à Constituição dos Estados Unidos. Nessa história, o primeiro nome a ser citado é o do pastor Isaac Backus (1724-1806), considerado o principal pregador durante o período da Revolução Americana (luta pela independência dos Estados Unidos).
Em 1773, Backus publica um sermão sobre liberdade religiosa, com o título Um apelo ao público para a liberdade religiosa contra as opressões dos dias de hoje, no qual afirma que:
"Deus designou dois tipos de governo no mundo, que são distintos em sua natureza, e nunca devem ser confundidos em conjunto: um é chamado de governo civil e outro é o governo eclesiástico. [...] Quem pois pode ouvir Cristo declarar que seu governo não é deste mundo e ainda acreditar que essa mistura de igreja e Estado Lhe é agradável?"
Na seção 3 da obra, Backus relata os sofrimentos causados pela perseguição aos Batistas por não aceitarem se submeter à Constituição vigente. A independência do país em relação à Inglaterra significaria também a oportunidade de viver num país com plena liberdade religiosa. Essa independência veio finalmente em 1776, mas a nova Constituição só foi promulgada em 1787.
Mesmo assim, por falta de consenso, os direitos individuais dos cidadãos não foram incluídos logo de início na Constituição. E é aí que entra em cena outro Batista importante: John Leland (1754-1841). Leland era um influente pastor no estado da Virgínia, onde os batistas representavam uma importante parcela do eleitorado e que era também distrito do congressista James Madison.
Havia o anseio para que Leland concorresse à vaga de Madison no Congresso, o que levou esse pai fundador a fazer uma visita ao pastor em sua casa. Na reunião entre eles, ficou acordado que Leland não concorreria à vaga de Madison, e esse, por seu turno, se comprometeria a apoiar a luta dos Batistas pela liberdade religiosa. Madison, considerado o “Pai da Constituição Americana”, então apresentou a proposta da Carta de Direitos (1792), documento pelo qual são chamadas as dez primeiras emendas à Constituição dos EUA. A primeira dessas dez emendas dispõe que:
"O Congresso não legislará no sentido de estabelecer uma religião, ou proibindo o livre exercício dos cultos; ou cerceando a liberdade de palavra, ou de imprensa, ou o direito do povo de se reunir pacificamente, e de dirigir ao Governo petições para a reparação de seus agravos."
Em 1802, Leland ainda foi convidado para pregar numa sessão conjunta do Congresso, com a presença do presidente Thomas Jefferson, onde mais uma vez defendeu a liberdade religiosa.
Contribuição para a liberdade religiosa no Brasil
Quando os primeiros Batistas da Convenção do Sul dos Estados Unidos, além dos Batistas poloneses e letos, chegaram ao Brasil, nosso país ainda era uma monarquia e a Igreja e o Estado estavam unidos. Vigorava a Constituição de 1824 que estabeleceu a Igreja Católica como religião oficial. As outras religiões eram permitidas no “culto doméstico”. Ou seja, as igrejas evangélicas não podiam realizar cultos públicos. Além disso, seus praticantes não podiam ser eleitores. Na prática, especialmente nas regiões interioranas do país, havia agressiva perseguição aos protestantes.
Os historiadores da vida dos primeiros missionários americanos no Brasil contam que um dos principais republicanos, Aristides Lobo, visitou o missionário William Buck Bagby no dia anterior à proclamação da República, que ocorreu em 15 de novembro de 1889, ocasião na qual conversaram sobre a liberdade religiosa nos Estados Unidos. Lobo, então, saiu desse encontro com uma cópia da Constituição Americana, fornecida pelo missionário Bagby.
A separação da igreja e do Estado já era um anseio dos republicanos, mas esse encontro com o missionário Batista teria contribuído para sua garantia expressa na nova Constituição, de 1891. Sobre a liberdade religiosa, a Constituição Republicana estabelecia o seguinte:
Art. 11 - É vedado aos Estados, como à União: [...] 2º) estabelecer, subvencionar ou embaraçar o exercício de cultos religiosos;
Art. 72 - A Constituição assegura a brasileiros e a estrangeiros residentes no país a inviolabilidade dos direitos concernentes à liberdade, à segurança individual e à propriedade, nos termos seguintes:
§ 3º Todos os indivíduos e confissões religiosas podem exercer pública e livremente o seu culto, associando-se para esse fim e adquirindo bens, observadas as disposições do direito comum.
§ 5º Os cemitérios terão caráter secular e serão administrados pela autoridade municipal, ficando livre a todos os cultos religiosos a pratica dos respectivos ritos em relação aos seus crentes, desde que não ofendam a moral publica e as leis.
Mesmo com a proclamação da República, a perseguição aos Batistas, e a outros evangélicos, continuou, com insultos, depredações e espancamentos. Mas nossos irmãos do passado resistiram bravamente, denunciaram os abusos, cobraram das autoridades e exigiram o direito de que cada um viva sua fé de acordo com a própria consciência. Assim, pode-se dizer que os Batistas também tiveram participação na busca pela liberdade religiosa e pela separação entre igreja e Estado no Brasil.
Diante desses relatos, que são apenas um pequeno resumo, podemos dizer que os Batistas foram protagonistas e construíram uma linda história na luta e na conquista da liberdade religiosa. Escreveram a primeira obra em língua inglesa sobre o tema, fundaram o primeiro Estado do mundo moderno onde havia separação entre igreja e governo civil, conseguiram o primeiro documento que garantia liberdade de consciência no território da Nova Inglaterra, pregaram para presidentes e autoridades e tiveram envolvimento direto na inserção da liberdade religiosa na Constituição dos Estados Unidos, maior democracia do mundo.
Conhecer essa história nos ajuda primeiro a valorizar o esforço e o sacrifício de irmãos do passado que arriscaram suas vidas, foram exilados, presos e até mortos por defender a liberdade de servir a Deus de acordo com sua consciência. Nos ajuda também a continuar lutando por nossos próprios direitos atualmente. Eventualmente, o Estado e outros grupos sociais tentam interferir na liberdade religiosa, ameaçando, por exemplo, pautar sobre quais temas os pastores podem pregar. A igreja deve estar vigilante e defender a liberdade de proclamar sua fé, conforme sua consciência, evidentemente sem ser intolerante com quem quer que seja.
Mas, talvez a principal lição que esses Batistas do passado tenham a nos ensinar nesse aspecto é que ninguém pode ser inserido no Reino de Deus pela força. Há pouco tempo, circulou na Internet um vídeo no qual traficantes obrigavam uma mãe-de-santo a quebrar seu local de culto e a expulsavam da comunidade, tudo isso “em nome de Jesus”. Jesus jamais aprovaria isso. O Senhor não obrigava ninguém a segui-Lo. Ele disse que “se alguém quiser” andar com Ele, deve negar a si mesmo, tomar a cada dia a sua cruz e segui-Lo.
Nós Batistas devemos ser os primeiros a defender o direito das pessoas de viverem a religião de acordo com sua própria consciência. Conforme nos ensinaram Thomas Helwys e Roger Williams, Deus nunca quis que o Evangelho fosse estabelecido pelo Estado ou pela força. Deus nunca quis fundar um “país cristão”. Cristo quer reinar nos corações das pessoas e seu Reino não tem aparência exterior. Ele quer que as pessoas se arrependam e sejam conquistadas pelo amor e pelo Seu Espírito, e não pela lei ou pelas armas. Deixe que sejam hereges. Isso vai nos lembrar de nossa responsabilidade em espalhar a mensagem do Evangelho. Não basta ser o Cristianismo a “religião oficial” em qualquer lugar para que Jesus fique satisfeito. Ele só ficará satisfeito quando cumprirmos com empenho e fidelidade a Sua ordem: ide, pregai e fazei discípulos em todas as nações.
- First Freedom: The Baptist Perspective on Religious Liberty (Thomas White)
- Baptists in America: a history (Thomas S. Kidd)
- The Baptist story: from english sect to global movement (Anthony L. Chute)
- História dos Batistas no Brasil até 1906 (A. R. Crabtree)
- Os Bagby no Brasil (Helen Bagby Harrison)
- http://www.reformedreader.org
- https://en.wikipedia.org
- https://erlc.com
quinta-feira, 3 de outubro de 2024
Uma breve biografia de Charles Finney
Texto extraído do prefácio do livro "Teologia Sistemática" de Charles Finney, editora CPAD
quarta-feira, 28 de agosto de 2024
Breve biografia de Aníbal Pereira dos Reis: O ex-padre que se converteu
Texto retirado do blog Memória dos Batistas
sexta-feira, 12 de abril de 2024
Breve biografia de J. C. Ryle
Texto da Igreja Bíblica Congregacional Marengo
De John Charles Ryle:
"É bom entender que servir a Cristo nunca foi e nunca será, uma garantia contra todos os males dos quais a nossa carne é herdeira. Se você é crente, deve considerar a possibilidade de ter a sua quota de doenças e de dor, de tristezas e de lágrimas, de perdas e de cruzes, de mortes e de privações, de despedidas e de separações, de ignomínia e de desapontamentos, enquanto você estiver nesse corpo. Cristo nunca prometeu que você iria para o céu sem passar por essas coisas. Ele prometeu que todo aquele que vem a Ele terá todas as coisas que conduzem à vida e à piedade; entretanto, Ele nunca prometeu que os faria prósperos ou ricos, ou saudáveis, e que a morte e as tristezas nunca chegariam à sua família".
"Tenho o privilégio de ser um dos embaixadores de Cristo. Em Seu nome, posso oferecer vida eterna a todo homem, mulher ou criança, que deseja obtê-la. Em Seu nome, posso oferecer perdão, paz, graça, glória a qualquer filho ou filha de Adão que lê estas linhas. Contudo, não ouso oferecer prosperidade a essa pessoa como sendo parte e uma porção do evangelho. Não ouso oferecer vida longa, um salário mais alto e libertação da dor. Não ouso prometer ao homem que toma sua cruz e segue a Cristo que ele nunca encontrará uma tempestade em seu caminho".
"Bem sei que os homens não se agradam dessas condições. Eles preferem ter a Cristo e boa saúde, Cristo e muito dinheiro, Cristo e nenhuma morte na família, Cristo e nenhuma preocupação desgastante, Cristo e uma eterna manhã sem nuvens. Porém, eles não gostam de Cristo e a cruz, Cristo e tribulação, Cristo e conflitos, Cristo e ventos uivantes, Cristo e tempestade".
Ao destacar esta palavra do Pr. John Charles Ryle, o faço pedindo que compare com o que normalmente muitos que se apresentam como pastores e mestres estão falando. Você consegue perceber que o número de falsos mestres é muito grande? Vamos atender bem a recomendação bíblica: “Ninguém vos engane com palavras vãs” (Efésios 5:16).
Quem foi John Charles Ryle (1816-1900)?
Nascido na Inglaterra, numa família que lhe permitiu ter uma excelente educação. Destacou-se como atleta e alcançou alto nível em História e Filosofia Greco-Romana tanto antiga quanto moderna. Ele não aceitou atuar na área do ensino e tudo indicava que seguiria uma carreira política, no entanto foi despertado espiritualmente com o texto de Efésios 2 (se puder separe uns minutos para meditar neste texto), vindo a tornar-se ministro cristão.
Ryle estabeleceu igrejas fortes e bem alimentadas da palavra de Deus, mantendo sempre a pregação fiel do Evangelho, destacando-se pela defesa vigorosa da verdade com graciosidade e entusiasmo. Dedicou-se também a escrever material para que o povo pudesse compreender as doutrinas cristãs evangélicas. Seus livros: “Comentários aos Evangelhos” e “Santidade” são extraordinários e até hoje ainda nos falam e de maneira insuperável.
O texto de JOHN CHARLES RYLE foi extraído do livro "SANTIDADE SEM A QUAL NINGUÉM VERÁ O SENHOR", uma publicação da Editora Fiel (http://www.editorafiel.com.br). Este livro é um CLÁSSICO! Insuperável neste tema.