Santidade

Devemos ser santos na terra, se quisermos ser santos no céu. Foi Deus que disse e Ele não voltará atrás: “A santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14). Observou William Jenkyn: “O calendário do papa só declara santos às pessoas mortas, mas as Escrituras requerem a santidade da parte dos vivos”. John Owen afirmou: “Não se deixe iludir. O Senhor Jesus Cristo só conduz ao céu àqueles a quem Ele santifica na terra. O Cabeça vivo não admite membros mortos”. J.C. Ryle
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quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Monoteísmo: A fé original dos povos

Autor: Ricardo dos Santos 


 Hoje em dia, devido ao avanço da ciência, da tecnologia, e das ideias humanistas, muitos têm questionado a respeito da existência de Deus, principalmente quando os jovens entram para a faculdade, onde ideias ateístas, evolucionistas e marxistas são predominantes. A doutrinação é tanta que os jovens saem das universidades achando que estão cheios de provas de suas teorias. E assim a sociedade vai cada vez mais se afastando de seu Criador e de seus princípios. Cada vez mais movimentos anti-cristãos têm crescido principalmente nessa faixa etária: defensores da liberação do aborto, movimento LGBT, revolução sexual, defensores da liberação das drogas, controle de natalidade, teoria da evolução e do Big Bang, negação da bíblia e do criacionismo, destruição do patriarcalismo... Qual tem sido o resultado disso? O ser humano tem melhorado? Os problemas estão acabando? É óbvio que não! Ao contrário, o mundo está cada vez pior, cada vez mais difícil de se viver, o ódio aumenta cada vez mais.

  Tudo as pessoas hoje exigem provas, porém um fato curioso da bíblia é que ela não se preocupa em provar a existência de Deus. Isso porque, para os antigos, era uma verdade primária, isto é, uma verdade que existe naturalmente na mente do homem, independentemente de quaisquer ensinos religiosos. É ainda uma verdade inata, que surge, muitas vezes, quando a pessoa contempla as obras da natureza, as quais a levam a concluir, racional e logicamente, que existe um Ser supremo, que foi o seu Autor ou Criador.

A definição de Deus 

  Quem é Deus? Qual a definição de Deus? 

  A Assembleia de Westminster (Londres, Inglaterra) que ocorreu entre 1643 a 1649, era composta por 126 teólogos dos mais eruditos e mais 30 homens que se distinguiam pelo seu elevado saber e pela sua grande ilustração. Certo dia, eles procuravam uma definição para Deus. Houve muita discussão, mas os teólogos não chegavam a uma conclusão. Um dos presentes sugeriu que fosse realizada uma reunião de oração, na qual deviam pedir o auxílio divino. Um dos mais jovens, iniciando a sua oração, disse: "Ó Deus, que és Espírito infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade..." Ao terminá-la, todos concordaram em aceitar essa parte inicial da oração como verdadeira inspiração de Deus e aprovaram essa frase como a própria definição de Deus.

Provas da existência de Deus 

  Para provar a existência de Deus, os teólogos apresentam os quatro argumentos seguintes:

a) Cosmológico, ou de causa e efeito, que apenas serve para provar a existência de alguma Causa no universo, infinitamente grande. Todas as coisas, diz, em resumo, esse argumento, tiveram o seu começo e são produto duma Causa. O universo, que não é eterno, começou a existir. Logo, deve haver uma Causa superior a sua criação.

  O argumento, porém, não prova ser essa Causa pessoal, inteligente e eterna.

b) Teleológico, ou do desígnio que se manifesta no mundo.

  Diz ele: A ordem e a colocação perfeita das coisas existentes no universo exigem a existência de uma Inteligência e de um Desígnio como a causa dessa ordem e colocação. O argumento, entretanto, não prova se essa Inteligência é pessoal, criadora, una, eterna, necessária e livre.

c) Antropológico, ou da natureza mental e moral do homem. Prova a existência de um Autor, de um Legislador e de um Fim. Leva-nos esse argumento à crença em um Ser pessoal, que governa com justiça o mundo e que é objeto de suprema afeição do homem e o fim pelo qual a vontade pode despertar as mais elevadas atividades humanas e assegurar o seu mais elevado progresso. Esse argumento não prova, porém, quem é o criador do universo material, a infinidade e a misericórdia divinas.

d) Ontológico, ou das ideias abstratas e necessárias. Esse argumento nos leva a crer na existência de Deus, como consequência das ideias abstratas e necessárias existentes na mente humana.

  Podemos, então, dizer que o argumento cosmológico prova a existência de uma Causa infinitamente grande; o teleológico que essa Causa tem vontade e é inteligente; o antropológico que ela é pessoal e justa e o ontológico, que é infinita e perfeita, razão porque podemos chamá-la DEUS.

Provas de que o monoteísmo existe antes do politeísmo 

  Assim diz o escritor John Raymond Hand em seu livro "Por que acredito na história do Gênesis?", nas páginas 31, 32 e 33:

  "Os cientistas evolucionários também proclamam uma teoria da evolução da religião. Diz-se que a religião começou com o medo do homem primitivo. Desenvolveu-se supostamente através da adoração dos objetos inanimados e animados, da mágica, dos sacrifícios e da adoração de uma hoste de divindades invisíveis. Gradualmente o número de deuses foi decrescendo, resultando no monoteísmo.

  Os registros, entretanto, não apoiam tais declarações. Os arqueólogos estão mais prontos a concordar que a mais antiga religião era monoteísta. O Dr. Stephen M. Langdon, professor de assiriologia na Universidade de Oxford, resumiu o assunto no seguinte: 'O monoteísmo no Velho Testamento, e o monoteísmo islâmico, não foram o resultado de uma evolução direta do politeísmo. Supor que o politeísmo necessariamente se relaciona com as culturas inferiores é um falso conceito da história da religião. Na verdade, o politeísmo era característica das grandes culturas da antiguidade, mas partiu do monoteísmo, e foi apenas uma interpretação teológica do monoteísmo primitivo. A história da religião sumeriana, que foi a mais poderosa influência religiosa e cultural do mundo, pode ser traçada através das inscrições pictográficas, que remontam aos mais antigos conceitos religiosos do homem. As evidências apontam, sem possibilidade de erro, para o monoteísmo original. As inscrições e fragmentos literários dos mais antigos povos semitas também indicam um monoteísmo primitivo, pelo que a origem totêmica das religiões hebraica e semítica está completamente desprovada.'

  A história da medicina, talvez a mais antiga das ciências, conta exatamente a mesma história. Houve, sem dúvida, através dos séculos, os feiticeiros com sua mágica, as "curiosas", os cirurgiões-barbeiros e os aplicadores de sanguessugas. Na verdade, pode-se ainda encontrar qualquer deles, em diversos lugares do mundo, exercendo a sua prática. Mas isso não significa que representam uma linha de desenvolvimento na história da medicina.

  O mais antigo registro que trata desse assunto está, atualmente, no Museu da Universidade da Pennsylvania, EUA. É uma antiga tabuinha de barro sumeriana, desenterrada cerca de cinquenta anos atrás, mas somente há pouco decifrada. A transcrição foi feita pelo Dr. Samuel Noah Kramer, do mesmo museu, um decifrador cuneiforme mundialmente conhecido, e pelo Dr. Martin Levey do Departamento de Química da Universidade do Estado da Pennsylvania. O Dr. Kramer chama essa tabuinha de 'o mais velho manual médico conhecido pela ciência'.

  A tabuinha provou ser um registro das receitas de um anônimo médico sumeriano, contendo seus unguentos, líquidos filtrados e remédios internos. Seus minerais favoritos eram o cloreto de sódio (sal) e o azotato de potássio (salitre do Chile). A maior parte de seus remédios era feito de plantas tais como a cássia, a murta, a asafétida, o tomilho e árvores tais como o salgueiro, a pereira, a figueira e a tamareira. Os ingredientes botânicos eram preparados das sementes, raízes, galhos, casca e resina, e eram preservados em estado sólido, ou em pós, tal como hoje em dia. O que é notável nesse registro, segundo as palavras do Dr. Kramer, é o seguinte: 'Nenhum deus ou demônio é mencionado em todo o texto. É um fato admirável e inesperado, que esse documento feito de barro, a mais antiga página dos documentos históricos (3100 a.C.) já descobertos, esteja completamente isento do misticismo e dos elementos irracionais, que dominaram a medicina da Babilônia dos tempos posteriores'."

  O pastor e teólogo Valdemar Damião, autor do livro "História das Religiões", assim escreve em seu livro, na página 19 e 20:

  "A Escola histórico-cultural de Viena, fundada e dirigida por Wilhelm Schmidt, no século XIX, estabeleceu como postulado principal de seus estudos e pesquisas a primeira forma de religião que surgiu na história da humanidade e os eventuais resíduos encontráveis, através de suas influências e desdobramentos posteriores nas culturas que seguiam, e destaca nas suas conclusões que a ideia oferecida, da história das religiões, era a de uma involução progressiva, que a partir da revelação bíblica se revelam como manifestações cada vez mais poluídas por elementos que ofuscam a pureza original.

  'Portanto [escreve Schimidt, ao final do seu Manual], se depois, com o crescente brilho e com a crescente riqueza da civilização material, também a religião começou a manifestar-se através de formas cada vez mais ricas e pomposas, na ilimitada multiplicidade das suas figuras da deidade e dos demônios, na riqueza dos seus templos, santuários, florestas sagradas, na abundância dos seus sacerdotes e servidores, dos sacrifícios e das cerimônias, nada disso consegue esconder de nós, que por trás dessa riqueza e bela aparência, o que está acontecendo é o desaparecimento da verdadeira religião e o enfraquecimento da sua força espiritual.'

  Estes fatos tiveram uma repercussão muito danosa no campo moral e social e levaram, devido aos excessos da corrupção, também, à divinização de elementos imorais e anti-sociais.

  Isto especialmente porque a figura do Ser supremo foi sendo substituída por milhares e milhares de deuses e espíritos novos, que passaram a receber do homem o culto e a adoração devida ao único e verdadeiro Deus, que se revelou ao homem de maneira maravilhosa, na pessoa bendita de seu Filho Jesus Cristo, O Verbo Encarnado, imputando ao homem a culpa por seus atos, como diz o apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos, capítulo primeiro, versículo 19, 20 e 21: '... porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manisfestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.'"

  Na página 23 e 24 do mesmo livro, ele diz:

  "No princípio da sua existência, os seres humanos criam em um Deus que era a Causa Primeira de todas as coisas e o Senhor da terra e do céu. Ele não era representado por imagens e não tinha templos nem sacerdotes a seu serviço. Era elevado demais para um culto humano inadequado. Aos poucos, foi se distanciando da consciência do povo. Tornou-se tão remoto que eles decidiram que não mais o queriam. Acabaram dizendo que Ele desaparecera. Na teoria popularizada pelo teólogo Wilhelm Schmidt, em sua obra "A origem da Ideia de Deus", publicado pela primeira vez em 1912, ele sugeria que houve um monoteísmo primitivo antes de homens e mulheres começarem a adorar vários deuses. Originalmente, reconheciam apenas uma Divindade Suprema, que criara o mundo e governava de longe os assuntos humanos.

  Foi a partir do afastamento do homem deste Deus, do princípio de todas as coisas, que surgiram as várias correntes religiosas politeístas, idólatras e pagãs. Os antropólogos sugerem que esse Deus tornou-se tão distante e excelso que na verdade foi substituído por espíritos menores e deuses mais acessíveis. Deus foi substituído pelos deuses mais atraentes dos panteões pagãos."

  Na página 26:

  "Como defensores do uso de cada um dos três verbos latinos para definição do termo "religião", destacamos inicialmente a definição dada por Cícero, estadista, orador e escritor romano, que viveu entre os anos de 106 e 43 a.C. Representante da latinidade clássica, Cícero teve através dos séculos uma influência enorme sobre o pensamento filosófico em suas diversas áreas de atuação, inclusive no campo da religião, considerando ele no campo da metafísica a existência de uma divindade racional, cujos princípios foram incorporados no universo sob a forma de leis naturais. Estas leis transcendem às leis e tradições dos homens, e os homens são considerados responsáveis diante delas. Estas leis naturais são, igualmente, os padrões segundo os quais os homens devem estabelecer as suas leis."

A origem dos chineses e o monoteísmo 

  Por incrível que pareça, a história da China tem muito a nos falar a respeito do monoteísmo.

  Se a China, que é um povo que se gaba de ter mais de 4000 anos de civilização ininterrupta, bem como uma escrita que os acompanha desde o mesmo período, surgiu na mesma época em que a cronologia bíblica indica ter havido a separação das línguas responsável pelas divisões étnicas, seria demais pensar na possibilidade das origens chinesas apresentarem paralelos com os onze primeiros capítulos de Gênesis?

  Aparentemente é algo bem estranho considerar que um povo tão envolto em paganismo e misticismo possa ter algo da Palavra de Deus em sua história. Este não é um tipo de raciocínio muito comum, porém é bom começarmos a nos acostumar, pois é o que o pastor chinês C.H. Kang, a médica patologista Betel Har Nelson e o especialista em Patologia Clínico-laboratorial Richard Broad Merry descobriram ao longo de 40 anos de estudos.

  Kang que já havia escrito um livro em 1950 sobre o tema, logo atraiu a atenção da doutora Nelson que, completamente deslumbrada perante a contundência da obra, tratou de criar uma parceria com Kang visando ampliar as pesquisas iniciadas pelo pastor, reorganizando e traduzindo o seu livro para o inglês.

  Os chineses originais, diferentes da maioria esmagadora dos seus contemporâneos, eram crentes no mesmo Deus de Noé, rigorosamente monoteístas e radicalmente contrários ao politeísmo bem como qualquer prática espiritualista. Inclusive teriam ido parar no oriente justamente como forma de se isolarem da multidão de povos pagãos que habilitavam na Mesopotâmia e aos redores.

Conclusão 

  De fato só há um Deus verdadeiro, os outros deuses são meras invencionices e religiosidades humanas. O único caminho pelo qual podemos chegar a Deus é por meio do Senhor Jesus Cristo. Você que está lendo esse texto, creia hoje mesmo em Cristo como Senhor e Salvador de sua vida. Não deixe para amanhã, pois poderá ser tarde demais.

Fontes usadas para pesquisa:

- Livro: Por que acredito na história do Gênesis? (autor: John Raymond Hand)

-Livro: Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo (autor: Pr. Ismael da Silva Junior)

-Livro: História das religiões (autor: Pr. Valdemir Damião)

-You Tube: canal Investigação Bíblica (autor: Buck Williams)

Ricardo dos Santos 

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

O Sol é maior que a Lua: A bíblia já falava antes da ciência

Autor: Ricardo dos Santos 



  Quando olhamos ao olho nu para o Sol durante o dia e para a Lua durante a noite, não há como perceber qual astro é maior ou menor, não há como definir. O Sol e a Lua mostram o mesmo tamanho no céu, mas a Lua é muito menor.

  Mas, quando foi que a ciência descobriu que o Sol é maior que a Lua?

  Segundo a informação da I.A. (Inteligência Artificial), a ciência determinou que o Sol é muito maior que a Lua através de medições de distâncias e tamanhos, primeiro por Aristarco de Sames por volta do século III a.C., e posteriormente consolidado e compreendido através das descobertas e observações de astrônomos como Galileu Galilei e outros que, com instrumentos como a luneta, permitiram a confirmação da teoria heliocêntrica e o entendimento da verdadeira dimensão do sol em relação à Terra e à Lua.

  Se Aristarco descobriu isso por volta do século III a.C., podemos então dizer que tal descoberta foi recente se compararmos ao tempo que a bíblia nos trás a informação da mesma. No primeiro livro da bíblia, Gênesis, em seu primeiro capítulo nos deparamos com os seguintes versículos: "E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra. E assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus os pôs na expansão dos céus para alumiar a terra, e para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que era bom." (Gênesis 1:14-18)

  O curioso é que o Gênesis foi escrito por Moisés cerca de 1445 - 1405a.C.. Isso é algo maravilhoso e extremamente fascinante, pois nos comprova o fato de que a bíblia está muito à frente da ciência.

Ricardo dos Santos 

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

O ajuste fino de Deus

Autor: Gian D. Borges 



  O mundo foi criado por Deus com cálculo aterrador de sabedoria. A ciência humana, não a ateísta moderna, diz que qualquer "peça" na criação, se tivesse sido criado diferente, não haveria vida no universo, os ciclos dos rios, a distância do sol, a altura da atmosfera, e segue mais outros exemplos. 

  A criação testifica uma mente inteligente e de sabedoria suprema acima de uma criatura. O projetista Deus fez o universo tão "sensível" quanto um copo de vidro para sua glória devida. Então Deus não poderia criar um "segundo modelo de mundo"? A resposta é: NÃO. A ciência mesma fala que outro modelo não teria vida no universo, isso mostra o poder da complexidade da criação, inteligência e sabedoria suprema são características de Deus Supremo e sustentador da criação. Nada no universo se move sem o poder de Deus. Nada na criação é auto-independente. O firmamento anuncia a glória da majestade de Deus acima de tudo e de todos. 

  Conclusão: as matérias da ciência foram fundadas pelo Cristianismo, pois antes do Cristianismo não havia matérias de métodos científicos. Se forem fazer uma busca os autores das descobertas são crentes e judeus.

"Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração." Atos 17:28

Gian D. Borges 

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

O ódio de Satanás contra a fé cristã bíblica é o mesmo ódio contra o criacionismo bíblico

Autor: Ricardo dos Santos 



  O mesmo ódio que Satanás tem inspirado pessoas contra a fé cristã bíblica nesses 2000 mil anos de história do cristianismo, é o mesmo ódio que ele tem inspirado pessoas contra o criacionismo bíblico nesses 200 anos desde que surgiu o darwinismo. Podemos reparar: fé cristã BÍBLICA e criacionismo BÍBLICO. Ambas as doutrinas têm o mesmo fundador: Jesus Cristo. O que podemos concluir? Podemos concluir é que o ódio de Satanás é contra a própria pessoa do Senhor Jesus Cristo. Ele tentou e continua tentando destruir o povo escolhido por Deus de onde viria o messias e para quem o messias virá no final dos tempos: povo de Israel. Como ele não conseguiu nem conseguirá destruir esse povo, ele tentou destruir o próprio Senhor Jesus através das tentações. Não conseguiu. Como não conseguiu destruir Jesus, ele tem aplicado todos os esforços para destruir a igreja fundada pelo Senhor Jesus, ou seja, a fé cristã bíblica. Nunca conseguirá, pois o próprio Senhor Jesus disse que as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja do Senhor Jesus. 

Viva o cristianismo bíblico!!!!! Viva o criacionismo bíblico!!!!!!!

Ricardo dos Santos 

Tentativas dos evolucionistas para esmagar toda oposição

 Autor: John Raymond Hand 

Texto extraído do livro "Por que acredito na história do Gênesis?"




  Todos devem ter o direito da liberdade da palavra até onde a sua palavra não ofenda a decência. Mas aqueles que desejam a liberdade da palavra para si mesmos, nem sempre querem extendê-la aos outros. Há faculdades que recusam alunos se souberem que estes não aceitam a evolução. Professores têm ameaçado alunos com notas que os reprovariam se não professassem a sua crença na evolução.

  Dr. Thomas Dwight da Universidade de Harvard disse:  "A tirania na questão da evolução está tomando um aspecto que o estranho não faz ideia. Além de influenciar o nosso modo de pensar (como eu confesso que faz comigo), existe uma oposição como nos dias do terror! Quão poucos são os líderes no campo da ciência que se atrevem a dizer o que pensam! Quantos deles se sentem forçados a publicamente prestar o culto dos lábios àquilo em que não creem!"

  O professor Paul Shorey da Universidade de Chicago declarou: "Não existe nenhuma causa tão imune à crítica como a evolução. Um jovem e ambicioso professor pode com toda segurança atacar o Cristianismo, a Constituição de sua Pátria, o Presidente, a castidade feminina, o casamento, a propriedade particular, ou a defesa de sua terra natal, mas não pode atacar a evolução! Isto simplesmente não se faz".

  Há cientistas que duvidam ou repudiam a evolução mas que temem tomar uma posição. Há os que realmente não creem nela mas que a aceitam porque não querem aceitar a única alternativa - a criação.

  O professor Edward Poulton da Universidade de Oxford fez a seguinte declaração a respeito de Thomas Henry Huxley, que foi o principal defensor de Darwin: "Ainda que ninguém tenha lutado com tanta nobreza, e com tanta desvantagem na sua defesa contra um ataque desigual, ainda que ninguém tenha participado com tanto sucesso da batalha da ciência, Huxley nunca foi um crente convicto da teoria que ele defendia".

  Contudo, há cientistas que aceitam a criação na questão da origem do mundo e suas criaturas viventes e que rejeitam as teorias evolucionárias, e seu número está aumentando.

  Os pastores estão tomando mais conhecimento do assunto e estão, agora, mais capacitados a defenderem a fé do que antes. Os pais estão se interessando pelo assunto, conforme aumenta a pressão feita sobre os jovens em muitas escolas para que aceitem a evolução.

  Mas o público tem sido mais ou menos persuadido a aceitar a evolução. Se você quiser se tornar antipático em qualquer esfera da sociedade mundana, avise apenas que você não crê na evolução. Experimente alguma vez e imediatamente verá sobrancelhas levantando-se.

John Raymond Hand 


segunda-feira, 9 de junho de 2025

O afrouxamento de absolutos e a heresia de que pessoas que professam falsos evangelhos irão para o céu

  Autor: Pr. C. J. Jacinto 


  Há uma fábula que se fortalece cada vez mais em nossos dias, um erro, uma heresia. Ela é a consequência de uma negação categórica de uma queda histórica do homem como narra os primeiros capítulos de Gênesis. 
  A Evolução e o humanismo creem que o homem está melhorando, está evoluindo. Creem que o progresso, a ciência e a tecnologia são provas, o homem se auto-supera, se torna um salvador de si mesmo. A verdade é que o homem é tão pecador quanto foi Adão, é destituído da graça de Deus, é espiritualmente corrompido. 
  Uma sociedade avançada pode cair num nível de impiedade sem limites. É só pesquisar a Europa no período da II Guerra, antes, durante e depois dela. O Dr Phillip Zimbardo provou isso nas suas experiências em Stanford, escreveu o "Efeito Lúcifer" e provou que nas circunstâncias apropriadas, os "melhores" filhos de Adão se tornam em verdadeiros monstros morais. 
  O homem pecador precisa ser regenerado, precisa nascer de novo, precisa crer em Cristo como seu único salvador, precisa crer que foi Cristo quem satisfez a justiça de Deus morrendo na cruz levando sobre si mesmo as nossas iniquidades e efetuando uma perfeita e eterna redenção. Pessoas não serão salvas por serem religiosas, boas, bem intencionadas, honestas, não! Elas só serão salvas quando crerem que Cristo morreu por elas e por isso mesmo confessam que ele é o único Salvador, Advogado e Mediador e que sua obra na cruz foi consumada e perfeita. A parcialidade e o afrouxamento desses absolutos hoje em dia, no neo-evangelicalismo moderno é uma evidência clara de que tais não conhecem o evangelho. Um verdadeiro desastre!

C. J. Jacinto

Mais artigos como esse é só acessar:

www.heresiolandia.blogspot.com

Contatos com o Autor:

claviojj@gmail.com



segunda-feira, 2 de junho de 2025

Evolucionismo, catolicismo e calvinismo: o que esses três grupos têm em comum?

 Autor: Ricardo dos Santos 



  O título desse texto parece algo estranho, pois estamos tratando de três ideologias completamente diferentes uma da outra: evolucionismo, catolicismo e calvinismo. O evolucionismo é uma linha científica e filosófica. Já o catolicismo é uma das ramificações do cristianismo, ou seja, trata-se de religião. O calvinismo, que também é uma ramificação do do cristianismo, apesar de ser antagônica ao catolicismo em diversos pontos, porém é algo que também se trata de religião. Tanto o catolicismo quanto o calvinismo explicam a origem do universo baseados na fé, baseados na existência do Criador que fez todas as coisas. Ambos têm como base a bíblia, mais especificamente o livro de Gênesis. Já o evolucionismo, que insiste tanto em dizer que é baseado em evidências científicas, puxa para o lado do ateísmo, pois segundo a teoria, tudo o que passou a existir é mera obra do acaso, ou seja, não há necessidade de haver um Criador.

  Sendo assim, no que diz respeito a crer em Deus, o calvinismo e o catolicismo concordam entre si. Ambas são completamente contra as ideias ateístas que dizem não haver um Criador. Qualquer cristão, independente da linha que siga, sabe que é completamente irracional sem sentido pensar em um universo com todas as suas leis sem haver um ser inteligente projetando, planejando e controlando tudo. O ateísmo é algo completamente irracional, e bota irracional nisso! Como pode alguém acreditar que tudo surgiu do acaso? Sabemos muito bem que a vida tem um sentido, tem um propósito. Em Efésios está escrito: "Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade; com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que primeiro esperamos em Cristo" (Efésios 1:11-12). Uma frase célebre de um filósofo persa da Idade Média diz o seguinte: "Tudo o que começou a existir tem uma causa. O universo começou a existir. O universo tem uma causa."

  Quando o assunto se trata de livre-arbítrio humano, por incrível que possa parecer, o calvinismo tem uma ideia pouco semelhante ao do ateísmo. "Mas, como assim?" Talvez alguns perguntem. A resposta é simples: ambos negam o livre-arbítrio do homem. O ateísmo, que nega a existência de Deus Criador, diz que todas as nossas ações e pensamentos são produtos de interações e leis físicas; já o calvinismo crê na soberania absoluta de Deus de tal forma que todas as coisas já foram pré-determinadas por Deus antes da fundação do mundo, ou seja, até mesmo os que serão salvos e os que serão perdidos, já foram predestinados.

  Então! Quanto à pergunta do título, o que esses três grupos teriam em comum apesar de serem cosmovisões completamente diferentes?

1- Evolucionismo - os defensores do evolucionismo têm essa teoria como a verdade absoluta da ciência. Negam e desprezam toda e qualquer possibilidade de haver uma explicação criacionista na origem da vida e do universo. Não é verdade que todo cientista seja evolucionista. A ciência está repleta de descobertas realizadas por cristãos que criam na Palavra de Deus e no criacionismo bíblico. Mas os evolucionistas se acham os portadores da "verdadeira" ciência.

2- Catolicismo - os católicos apostólicos romanos acham que sua instituição seja a única igreja verdadeira de Cristo e que as igrejas protestantes são todas falsas. Pobres coitados! Maus sabem eles que a ICAR é uma grande heresia, além de ser uma blasfêmia contra Deus. Eu poderia citar uma lista enorme das doutrinas anti-bíblicas do catolicismo romano. Mas, apesar de todas as suas heresias destruidoras, eles se consideram o único "cristianismo" verdadeiro.

3- Calvinismo - eu não nego que haja grandes servos de Deus nessa ramificação do protestantismo chamado de calvinismo. De fato são grandes defensores da Palavra de Deus apesar de terem uma teologia deturpada. Eles exageram na questão da doutrina da predestinação. Mas, da mesma forma que o evolucionismo na área da ciência, e do catolicismo na área religiosa, os calvinistas também se consideram os únicos e verdadeiros herdeiros da tradição reformada. Rejeitam e desprezam completamente as doutrinas arminianas, apesar de também serem provenientes da Reforma Protestante. Os arminianos também seguem as doutrinas reformadas, mas os calvinistas os rejeitam e muitos chegam até a amaldiçoar os arminianos. Durante o período da Reforma Protestante, muitos grupos não se alinhavam com as doutrinas calvinistas. Exemplos: os irmãos menonitas, os anabatistas, mais tarde os metodistas seguidores de John Wesley etc.. Sendo assim, os calvinistas não são os únicos herdeiros das doutrinas protestantes, porém eles se consideram como tais.

  Sendo assim, quem é que está com a verdade? Resposta: a única verdade absoluta é a bíblia, a Palavra de Deus. Todas as demais coisas são meras filosofias humanas.

Ricardo dos Santos 

segunda-feira, 19 de maio de 2025

De onde veio a terra: da água ou de uma grande explosão?

 Autor: Ricardo dos Santos 


  Esse é um tema que tem gerado enormes debates entre religiosos e não religiosos. Tirando algumas raras exceções, a grande esmagadora maioria dos cristãos creem na ideia criacionista de que o mundo veio da água. Quando analisamos os primeiros capítulos de Gênesis na bíblia, podemos ver isso claramente. E isso é confirmado pelo apóstolo Pedro quando ele diz em sua segunda carta: "Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste" (II Pedro 3:5). Por outro lado, os que se declaram ateus ou não religiosos creem na teoria do Big Bang (Grande Explosão).

O que é a teoria do Big Bang?

  No site "toda matéria" (todamateria.com.br), assim explica o professor de Matemática e Física Rafael C. Asth:

  "A teoria do Big Bang está entre as mais aceitas na atualidade para explicar a origem e evolução do universo. Sustenta que o Universo surgiu a partir de um ponto único - o átomo primordial - que se expandiu, causando um cataclisma cósmico inigualável há cerca de 13, 8 bilhões de anos. A mesma teoria afirma ainda que o Universo está em contínua expansão.
  Elaborada pelo astrônomo belga George Lamaitre (1894 - 1966), a teoria considerou os estudos sobre a Teoria da Relatividade Geral, do físico alemão Albert Einstein (1879 - 1955). O matemático russo Alexander Friedmann (1888 - 1925) ao investigar soluções das equações da relatividade geral, chegou a ideia da expansão do universo. Contudo, sua interpretação era muito mais matemática do que física. Independentemente, Lamaitre chegou às mesmas soluções de Friedmann. Entretanto, ele foi além da análise matemática, buscando explicar o universo real.
  A teoria do Big Bang foi reforçada pelos estudos de Edwin Hubble (1889 - 1953) de que as galáxias estão se afastando em todas as direções. Nas suas observações, Hubble identificou que quanto mais distante a galáxia, maior é a velocidade com que ela se afasta de nós (Lei de Hubble).
  A lei de Hubble nos leva a conclusão que, se o universo está em expansão, em algum momento do passado o seu tamanho era mínimo. Sendo a grande expansão a responsável pela criação de tudo, inclusive o espaço e o tempo."

(Trecho de um texto do professor Rafael C. Asth extraído do site todamateria.com.br . O título do texto é "Teoria do Big Bang").

  Agora vamos à nossa opinião. Só nesse pequeno texto do professor Rafael, podemos tirar a conclusão de que o Big Bang não passa de uma teoria, de uma crença. Não se trata de algo provado cientificamente. O sistema educacional insiste que devemos crer cegamente nas teorias que o sistema nos passa. Quando alguém se levanta contra tais teorias, é taxado de negacionista e anti-ciência. Na verdade, eles é que são os negacionistas por negarem a criação de Deus, negarem o Gênesis, negarem o dilúvio e outras narrativas bíblicas, negarem que existe um ser inteligente por trás da formação do universo. O ateísmo é algo completamente irracional.

Que tal consultarmos os testemunhos dos povos antigos?

  A bíblia para nós cristãos é a Palavra de Deus, não temos dúvidas a respeito disso. Ela é o nosso guia, a nossa única regra de fé e prática (Sola Scriptura). Nós não precisamos buscar provas de nada, pois pela fé sabemos que tudo o que está escrito nela é real, é divino, é a verdade. Nela está contido o início da história do universo bem como a história da humanidade. Nela também está contido o fim de todas as coisas. A bíblia é a verdade da mesma forma que 1+1=2. A bíblia é o livro mais conhecido e o mais lido do mundo. Milhões e milhões de vidas têm sido alcançadas, libertas e transformadas pelo poder de Deus através da mensagem evangélica. Quantos testemunhos ouvimos de alguém que estava à beira de cometer um suicídio, quando de repente escuta ou lê algum versículo bíblico e ali essa pessoa é tocada pelo Espírito Santo e aceita a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida e tem a vida transformada! Isso é uma prova viva de que a bíblia é realmente a Palavra de Deus. Também há diversos relatos pelo mundo afora de cientistas incrédulos que fizeram uma boa investigação e, sem ter como contradizer a bíblia, acabaram se convertendo. De vez em quando isso acontece na área da Arqueologia. Aliás, a Arqueologia tem confirmado cada vez mais os relatos bíblicos. Certa vez, um muçulmano radical que odiava cristão começou a ler o Novo Testamento com o intuito de combater o cristianismo. Começou lendo o evangelho de Mateus. Foi lendo, lendo, lendo... quando de repente, adivinha o que aconteceu? Aceitou a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida. Um filme muito interessante para assistir é "Em defesa de Cristo", um filme baseado em fatos reais que narra a história do ex-ateu Lee Strobel. Depois dele investigar tudo a respeito de Jesus Cristo, sua morte e ressurreição, com a intenção de refutar a fé cristã, não teve como resistir e aceitou a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida, passando a escrever livros a respeito do assunto. Pois é! Você não encontra maravilhas desse tipo quando se fala em outros livros que se dizem sagrados: Alcorão, Bhagavad Gita, Evangelho segundo Allan Kardek, Talmud, Cabalá... Esses livros podem até ter sua importância cultural, princípios, ensinamentos, leis, porém jamais vão trazer respostas para os anseios da humanidade como a bíblia trás. São meras palavras de homens, não de Deus. Sendo assim, nós cristãos, pela fé, cremos que a bíblia é de fato a Palavra de Deus.
  Porém, tudo isso escrito acima não é suficiente para o mundo incrédulo e ateu. O mundo não se contenta com as narrativas bíblicas. Insistem em dizer que as narrativas bíblicas são mitológicas e que são plágio de outros livros. Isso é um absurdo! Então, já que é assim, vamos falar um pouco a respeito das culturas de outros povos. O que as culturas têm a nos dizer da origem da terra? Vamos citar alguns exemplos de algumas narrativas.

• Um mito indígena do Brasil 
  
  Uma lenda indígena nheengatu, da Amazônia, assim conta a origem do mundo:

"No princípio, contam, havia só água, céu.
Tudo era vazio, tudo noite grande.
Um dia, contam , Tupana desceu de cima 
no meio de vento grande, quando já 
queria encostar na água saiu do fundo 
uma terra pequena pisou nela.
Nesse momento Sol apareceu no tronco 
do céu, Tupana olhou para ele. Quando 
Sol chegou no meio de céu seu calor 
rachou a pele de Tupana, a pele de 
Tupana começou logo a escorregar pelas 
pernas dele abaixo. Quando Sol ia 
desaparecer para o outro lado do céu a 
pele de Tupana caiu do corpo dele,
estendeu-se por cima da água para já 
ficar terra grande.
No outro Sol [no dia seguinte] já havia 
terra, ainda não havia gente.
Quando Sol chegou no meio do céu 
Tupana pegou em uma mão cheia de 
terra, amassou-a bem, depois fez uma 
figura de gente, soprou-lhe no nariz,
deixou no chão. Essa figura de gente 
começou a engatinhar, não comia, não 
chorava, rolava à toa pelo chão. Ela foi 
crescendo, ficou grande como Tupana,
ainda não sabia falar.
Tupana, ao vê-lo já grande, soprou 
fumaça dentro da boca dele, então 
começou já querendo falar. No outro dia 
Tupana soprou também na boca dele,
então, contam, ele falou. Ele falou assim:
- Como tudo é bonito para mim! Aqui 
esta água com que hei de céu com que hei de 
aquecer meu corpo quando ele estiver 
frio. Eu hei de brincar com água, hei de 
correr por cima da terra; como o fogo do céu está no alto, hei de falar com ele aqui 
de baixo.
Tupana, contam, estava junto dele, ele 
não viu Tupana."

  O mito nheengatu citado acima é muito mais longo do que o trecho que foi apresentado. Ele explica como surgiram as plantas, os animais, e tudo o que tem importância para a vida na natureza. Diz também como surgiu o erro, fala sobre a desobediência do primeiro homem e descreve como teria ocorrido a destruição do mundo por uma espécie de inundação ou dilúvio.

• Mito cosmogônico na Polinésia 
  
  Segundo um mito cosmogônico polinésio, só existiam inicialmente as Águas e as Trevas. O deus supremo, Io, separou as Águas pelo poder de seu pensamento e criou o Céu e a Terra. Ele disse: "Que as Águas se separem, que os Céus se formem, que a Terra exista!"

• O mito babilônico da Criação 
  
  Enuma elis é um mito babilônico que parece ter sido elaborado cerca de 4000 anos atrás. Ele começa falando sobre uma unidade primitiva, uma mistura de águas anterior a todos os deuses:

"Quando no alto o céu (Ansher) ainda não 
tinha sido nomeado 
e embaixo a terra (Kishar) ainda não 
tinha nome,
nada existia senão uma mistura das 
águas 
de Apsu, o oceano primordial, o gerador,
e da tumultuosa Mummu-Tiamat, a água 
doce, a mãe de todos.
Então as trevas eram profundas,
um tufão movia-se sem repouso.
Então nenhum deus havia sido criado.
Nenhum nome havia sido fixado."

  O mito descreve também as outras fases de criação do universo, até a produção dos homens. Segundo uma versão, Marduk é aconselhado por seu pai a criar os homens com a finalidade de adorarem os deuses. Marduk, então, mata um dragão (Kingu) e faz os homens a partir de seu sangue. Em outra versão, é a deusa Aruru que faz os homens a partir da argila.

(Esses textos mitológicos foram extraídos do livro "Universo: origem e evolução").

  Por mais que a cosmologia bíblica seja incomparável com as narrativas e tradições desses outros povos, ainda assim podemos ver nessas culturas que algumas coisas eles preservaram: a terra tirada da água, a formação do céu e da terra, o homem feito da terra... Infelizmente esses povos se mergulharam na idolatria de vários deuses, nos misticismos, nos ocultismos e nas filosofias vãs. Então, foram entregues a ideias completamente ridículas e fora da razão. Somente a bíblia nos oferece uma verdadeira cosmovisão, tanto é que muitas descobertas científicas recentes, a bíblia já citava há milênios. Os outros livros sagrados são repletos de mitologias sem pé e sem cabeça.

Conclusão 

  Conforme vimos no início do texto, o apóstolo Pedro confirmou em sua carta que a terra foi tirada da água. E foi exatamente assim que aconteceu. É de se admirar como essa narrativa é contada por diversos povos e culturas completamente diferentes da cultura bíblica.
  Enfim, podemos concluir sim que a bíblia é a infalível e inerrante Palavra de Deus, que a terra foi tirada da água e que a teoria do Big Bang não passa de uma mera teoria que não tem nada haver com ciência.

Ricardo dos Santos 






 







quarta-feira, 7 de maio de 2025

Por que o diabo odeia tanto o criacionismo bíblico?

 Autor: Ricardo dos Santos 




  Imagine que você esteja dentro de uma sala de aula -  seja no ensino fundamental, seja no ensino médio, seja num curso pré-vestibular ou seja numa faculdade - quando alguém se levanta e faz alguma argumentação em defesa do criacionismo, ou seja, que há um Deus criador de todas as coisas, e que tudo foi feito por Ele e para Ele. Certamente essa pessoa será motivo de boas gargalhadas e zombarias tanto por parte dos seus colegas de classe quanto por parte do(a) professor(a). Certamente sofrerá bullying durante toda a trajetória daquele curso. Da mesma forma acontecerá se alguém defender a família tradicional: será taxado de homofóbico, de racista, de fascista, de machista...

  Daí a pergunta: por que tanto ódio ao Criacionismo bíblico? Por que tanto ódio a tudo que se trata de fé cristã bíblica? A resposta é simples quando entendemos o mundo espiritual. Satanás, o inimigo das nossas almas, desde o princípio tem lutado para tirar o homem do foco que é Deus. Satanás tem lutado para tirar o homem do caminho que leva para Deus, da verdade. A todo custo ele quer destruir a humanidade, pois nós fomos feitos à imagem e semelhança de Deus. Portanto, Satanás odeia a humanidade. 

  Antes do homem e da mulher desobedecerem a Deus comendo do fruto proibido, Deus havia criado todo o sistema do universo na mais perfeita ordem. No final de tudo, Deus viu que era tudo muito bom. Porém, em um dado momento, Lúcifer se engrandeceu. Veja Isaías 14:12-15:

"Como caíste desde o céu, ó Lúcifer, filho da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo."

  Lúcifer queria toda a glória para si, queria ser como Deus. Por causa disso, Lúcifer foi então expulso do céu. Como ele viu que ao homem foi dado o privilégio de ser criado à imagem e semelhança de Deus, e também ao homem foi dado o poder de governar a terra, Lúcifer então coloca todo o seu ódio contra a humanidade, contra os descendentes de Adão. Daí começa toda a perseguição tanto contra o homem quanto contra a mulher. Além do mais, ele também sabe do que Deus havia falado para a serpente ainda no Éden na ocasião da queda: "E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gênesis 3:15). Quem é a semente da mulher que veio pisar na cabeça de Satanás? Jesus Cristo.  Por isso, além de odiar a humanidade, ele tem um ódio específico contra Israel e o povo judeu, pois desse povo é que veio o Cristo.

  Sendo assim, toda essa perseguição contra a humanidade irá até o fim, até a volta de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Devemos nos revestir de toda a armadura de Deus e lutarmos contra todo esse sistema de seitas e heresias influenciado pelo maligno, contra toda essa falsa ciência evolucionista darwinista e do Big Bang. Vamos nos unir em prol da Palavra de Deus!

Ricardo dos Santos 

terça-feira, 22 de abril de 2025

Argumentos bíblicos e científicos que destroem o evolucionismo

 Autor: Ricardo dos Santos 



  Cada vez mais a farsa do evolucionismo tem sido desmascarada tanto por cristãos e até mesmo por não cristãos que não se deixam levar por essa "Big" mentira. Glória a Deus porque ele tem levantado homens e mulheres na área da ciência que têm revelado a verdade para o mundo. São pessoas da área da Teologia, da Biologia, da Física, da Quimica, da Arqueologia, da História, da Geografia, da Medicina etc.. Lembramos muito bem do saudoso Adauto Lourenço, o qual atuava na área da Física e defendia com toda a firmeza o criacionismo e a literalidade do Gênesis. Temos também Marcos Eberlin na área da Química.

  Infelizmente, muitos cientistas ainda estão presos ao sistema do evolucionismo porque não querem perder status, não querem perder amizades ou não querem sofrer retaliações. Isso é muito triste, pois tem mantido milhões e milhões na mentira, na ignorância e na prisão de um sistema que nega o Criador. Muito bem escreveu Dave Hunt em seu livro "Em defesa da fé cristã":

  "Se perguntássemos à maioria das pessoas a razão por que crêem, muitas delas teriam dificuldade de oferecer uma base sólida para sua opinião. De modo geral, as convicções pessoais referem-se à lealdade a uma herança ou a uma tradição específica. É surpreendente notar o quanto a fé fundamenta-se na submissão a uma instituição, a um partido político, a uma igreja, ou a um sistema religioso, mas não em fatos. Muitas vezes a fé religiosa é mais uma demonstração de lealdade aos pais, ao sacerdote, ou ao pastor, do que uma convicção real fundamentada em evidência sólida.

  O mesmo acontece em relação ao mundo secular. As crenças existem por razões sociais, a fim de ser aceito em um círculo de amigos ou entre colegas. Por exemplo, não acreditar na evolução levaria alguém a ser ridicularizado por seus colegas e, até mesmo, a perder sua posição na comunidade acadêmica. Robert Jastrow, um dos astrônomos mais importantes do mundo, foi o fundador (e por muitos anos o diretor) do Instituto Espacial Goddard, que lançou as sondas Pioneer e Voyager no espaço. Jastrow, agnóstico, chocou seus colegas em uma conferência nacional da Associação para Ciências Avançadas ao admitir que havia evidência de um Criador Superior do universo. Ele também teve coragem de escrever:

  'Os astrônomos curiosamente ficam contrariados... com a prova de que o universo teve um início. A reação deles fornece-nos uma demonstração interessante das respostas da mente científica - supostamente uma mente bastante objetiva -, quando a evidência revelada pela ciência entra em conflito com os artigos de fé professados por sua profissão... A ciência é uma espécie de religião.'

  Colin Patterson, paleontólogo sênior do Museu Britânico de História Natural, confessou: 'Os evolucionistas - como os criacionistas, com quem periodicamente travam batalhas - não passam de crentes. Trabalhei com esse assunto [evolução] por mais de vinte anos, e não houve uma coisa [factual] sequer da qual tivesse tomado conhecimento. É um grande choque saber que alguém pode ser enganado por tanto tempo.' Watson, D.M.S., o homem que tornou a evolução popular na televisão britânica (como Carl Sagan o fez na televisão norte-americana), ao falar diante de uma platéia de biólogos, ressaltou que todos ali compartilhavam da mesma fé religiosa:

  'A evolução em si mesma é aceita por zoologistas não porque observaram sua ocorrência... nem porque ela pode ser provada logicamente por meio de evidências coerentes, mas porque ela é a única alternativa; a criação especial é claramente inacreditável [algo que muitos cientistas não querem admitir].'

  Fred Hoyle, importante astrônomo britânico, lembra-nos do fato matemático, muito bem conhecido de que mesmo se todo universo consistisse de uma sopa orgânica, a chance de essa sopa produzir as enzimas básicas da vida, por meio de processos aleatórios sem uma direção inteligente, seria de aproximadamente uma em dez com 40 mil zeros depois dele. Em outras palavras, isso jamais poderia acontecer - jamais! Hoyle diz: 'A evolução Darwiniana provavelmente não o alcançará nem mesmo em uma seqüência exata, sem falar nas milhares de células vivas que dependem da mesma para a sobrevivência.' Portanto, por que essa teoria totalmente impossível é ainda muito prestigiada? Hoyle acusa os evolucionistas de defender uma fé religiosa:

  'A situação [a impossibilidade matemática] é bem conhecida dos geneticistas, mas parece que, mesmo assim, ninguém põe um ponto final decisivo nessa teoria...

  A maioria dos cientistas apóia-se no darwinismo por causa do poder que exerce no sistema educacional... Você precisa acreditar nos conceitos ou será considerado um herético'".

Observação: Esse trecho retirado do livro "Em defesa da fé cristã" possui algumas palavras com a regra gramatical antiga, pois esse livro foi traduzido antes da nova regra gramatical da língua portuguesa.

  Voltando ao nosso raciocínio, para isso nós cristãos bíblicos estamos aqui: para defender a verdade. E quem é a verdade? A resposta está em João 17:17: "Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade."

  Vamos, então, apresentar os argumentos bíblicos e científicos que desmascaram qualquer ideia evolucionista.

Argumento bíblico 

  Em Gênesis 1: 20-21 está escrito: "E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom." 

  Só esse versículo já elimina qualquer forma de evolução, seja a evolução ateísta, seja o evoteísmo (linha de pensamento de alguns cristãos que misturam criacionismo com evolucionismo, ou seja, segundo essa proposta, Deus havia utilizado o método evolutivo para criar todas as coisas). Então, qualquer cristão procura defender a ideia evoteísta, ele encontra um grande problema com esse versículo. Deus, em sua eterna sabedoria, já sabendo de antemão que em algum dado momento da história os homens iriam abandonar a Santa Palavra de Deus para ouvirem filosofias vãs, Ele já deixou claramente registrado nesse versículo para que o crente fiel não seja enganado por tais fábulas.

Argumentos científicos

1- A segunda lei da termodinâmica: o seu ponto fundamental é que na natureza a matéria tende a dispersar e desintegrar cada vez mais. As coisas têm uma tendência para a desintegração e as partes para a dispersão. A origem e a evolução da vida por meios puramente naturais exige justamente o oposto - a organização da matéria. No mundo dos seres vivos, a organização crescente de matéria mais simples para mais complexa é apenas temporária. Por exemplo, um ovo relativamente simples se desenvolve em um pássaro ou animal muito mais complexo, mas a criatura logo começa a sofrer um processo de deterioração que aumenta rapidamente até a morte. Esse desenvolvimento temporário na direção da complexidade deve-se a um complicado código genético, e a pergunta que se torna pertinente é a seguinte: Qual foi a origem primária do código genético? O desenvolvimento de um código genético a partir de simples combinações como se creem que estavam disponíveis em um mundo primevo, contraria a segunda lei da termodinâmica. E também o processo evolucionário contínuo é contrário à mesma lei.

2- A vida não pode ser reproduzida a não ser pela vida.

  Se, conforme declaram os cientistas, a vida começou por si mesma através de complicadas reações químicas em desafio à segunda lei da termodinâmica, deve ser possível o homem repetir o fenômeno. O homem tem uma vantagem incontestável. Ele pode pensar, aprender e planejar, em vez de deixar que as coisas aconteçam por acaso. Ele pode organizar seus processos e, assim, vencer, temporariamente, a segunda lei da termodinâmica.

  Mas, apesar de toda a sua inteligência, conhecimentos e equipamento complicado, o homem ainda não produziu nada que todos concordem possa ser chamado de "vivente". Se o homem tiver sucesso em sintetizar alguma coisa que se diz estar viva, essa coisa terá "Vida" em virtude duma mera definição, mas não será uma célula viva.

  Para concluirmos, podemos perceber claramente, usando apenas um argumento bíblico e apenas dois argumentos científicos, que a teoria da evolução é uma fraude, uma falácia e que não tem nada haver com ciência. Ciência que é ciência de fato e de verdade não trabalha com teorias e sim com fatos.

Fontes usadas para pesquisa:

- Livro: Em defesa da fé cristã (autor: Dave Hunt);

- Livro: Por que acredito na história do Gênesis (autor: John Raymond Hand)

Ricardo dos Santos 

segunda-feira, 14 de abril de 2025

O Nada e Todas as coisas

 Autor: Pr. C. J. Jacinto



  Faz muito tempo que René Descartes proclamou sua expressão existencial profunda, um eco que nunca silenciou a alma humana: "Penso, logo existo". A existência de todas as coisas observadas no mundo sensível é irrefutável! A ciência define a matéria e tudo o que existe no universo como real dentro do espaço e do tempo. Mas de onde veio tudo isso? Do nada absoluto?

  A definição de nada absoluto refere-se à ausência completa de qualquer coisa, incluindo espaço, tempo, matéria, energia e leis naturais. O nada não é sinônimo de vazio; nada é a ausência total de qualquer coisa. Não é possível provar a existência do nada em um laboratório, pois ele só pode ser compreendido por definições conceituais. Nosso universo está repleto de coisas que existem, e afirmar que elas surgiram do nada absoluto seria uma contradição gritante, uma aberração intelectual. Sempre há agências atuando na criação, renovação e transformação das coisas já existentes.

  Há leis intrigantes e sofisticadas que regem o universo. São invisíveis, mas seus efeitos são inegáveis. Não vemos a energia que percorre um fio, tampouco conhecemos a forma exata das leis que fazem a criação funcionar. Ainda assim, elas existem. Exemplos disso são as forças dinâmicas que regem as estações do ano, a rotação da Terra e os mecanismos que movimentam o universo e os átomos. Embora essas leis sejam intangíveis, percebemos seus efeitos em nossa experiência de observação.

  O nada é um estado de completa ausência de tudo. Existe algum lugar conhecido pela ciência onde o nada absoluto esteja presente? Se algo pode ser observado e medido, então não é nada; pode ser desconhecido, mas ainda assim é algo. Se há uma lei que permite ao nada gerar alguma coisa, então essa lei implica a existência de um agente inteligente, uma potência onipotente capaz de criar algo a partir do nada. Se todas as coisas surgiram do nada absoluto, então uma agência ultra-poderosa e dotada de inteligência ilimitada precisou atuar dentro desse sistema de completa ausência para que dele emergisse tudo o que conhecemos.

  Esse é um raciocínio simples e uma conclusão irreversível: o nada depende de um agente inteligente para ser definido. O nada não pode auto-definir-se; é impossível. Da mesma forma, é absolutamente impossível que algo surja do nada, a menos que haja uma causa inteligente por trás, uma agência cuja potência seja a própria onipotência, dando origem à existência de todas as coisas.

  No conceito teológico cristão, a criação "Ex Nihilo" afirma que Deus, o agente onipotente, cria todas as coisas a partir do nada. O universo e tudo o que nele existe exigem, necessariamente, um Criador. De outra forma, nada existiria, pois o nada jamais pode transcender para qualquer coisa — essa é uma impossibilidade absoluta. Deus é um agente necessário, pois a vastidão e a complexidade do universo só podem ser explicadas por meio de um Ser que seja Onipotente, Onipresente e Onisciente.

Pr. Clávio. J. Jacinto. E-mail para contato:

claviojj@gmail.com

sábado, 5 de abril de 2025

Todo cristão deve crer na literalidade e historicidade do Gênesis

 Autor: Jadison Barbosa 



  Se os cristãos não podem confiar em Gênesis como histórico e na Bíblia quando ela trata acerca da criação, onde é relatado que Deus fez o homem do pó da terra e criou um casal humano e aconteceu um dilúvio global etc, então os cristãos não deveriam ter nenhuma razão para acreditar na Bíblia quando ela fala de Jesus sendo o único caminho para Deus Pai (João 14: 6). Muitas pessoas dizem que há uma conexão "lógica" não aceitar Gênesis como histórico e, lamentavelmente, passa um tempo, começam a relativizar a Bíblia ou até mesmo param de confiar plenamente nas palavras de Cristo na Bíblia. Isso porque elas acreditam que a Bíblia já não é verdadeira desde o início (Gênesis) quando fala sobre a criação. Mas se Gênesis seria um mito, porque as pessoas deveriam acreditar no resto das escrituras e selecionar o que querem acreditar, se já no início a Bíblia já apresentaria algo mitológico? Todo cristão genuíno sabe que a Bíblia é revelação de Deus aos homens e é inspirada por Deus. 

  Em última análise sobre a veracidade do Gênesis, a questão é muito além da discussão sobre criacionismo versus evolucionismo ou se viemos dos símios versus Adão e Eva. A verdade é que tudo se resume se as pessoas podem ou não confiar na Bíblia, a Palavra de Deus desde o primeiro livro (Gênesis) até o último versículo do livro de Apocalipse. 

  Os evolucionistas "cristãos"  afirmam que a batalha não é sobre a confiabilidade das Escrituras, mas sobre o cristão não negar a "ciência". No entanto, a batalha é realmente sobre a confiabilidade da Palavra de Deus sobre Gênesis.

 O irmão Jadison Barbosa é membro da Assembleia de Deus em Campo Grande (MS) e possui um canal no YouTube onde ele defende o criacionismo e debate com ateus e evolucionistas. O nome do seu canal é: "Em defesa da fé cristã (Resposta aos ateus)".

terça-feira, 18 de março de 2025

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita nos aproxima."

 Autor desconhecido 



  Era o ano de 1892, e um senhor de 70 anos de idade viajava de trem, na França. O velho lia um livro de capa preta e, sentado ao lado, um jovem percebeu que se tratava da Bíblia e, sem muita cerimônia perguntou: 

O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices? 

Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado? 

Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia das religiões. Somente pessoas sem cultura acreditam que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os cientistas pensam e dizem sobre tudo isso. 

- É mesmo? E o que pensam e dizem os cientistas sobre a Bíblia? 

- Bem - respondeu o UNIVERSITÁRIO - como vou descer na próxima estação, deixe o seu cartão que lhe enviarei alguns livros e um material que tenho pelo correio. 

  O velho então abriu o bolso interno do paletó e entregou o seu cartão ao jovem e SÁBIO UNIVERSITÁRIO. 

  Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo e sentindo-se a pior pessoa do mundo. 

  No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, cientista membro da Academia de Medicina, da Academia Francesa e da Academia de Ciências. Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França. E um pouco mais abaixo a frase, escrita em letras góticas e em negrito:

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima".

  Louis Pasteur (1822-1895) foi um cientista, químico e bacteriologista francês que revolucionou os métodos de combate às infecções. Entre outros trabalhos, estudou a fermentação do vinho e da cerveja, descobriu o processo de “pasteurização” do leite e criou a vacina contra a hidrofobia,“raiva”, isolou o micróbio de uma doença bovina - o carbúnculo, descobriu os agentes da pebrina, doença do bicho-da-seda que causava grandes prejuízos na lavoura, identificou a bactéria estafilococo como causadora da osteomielite e dos furúnculos, e a estreptococo causadora da infecção pleural. Louis Pasteur produziu diversas vacinas que salvaram milhões de vidas.

Autor desconhecido 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

A fé revela um universo que está além da compreensão humana

 Autor: Dave Hunt 


  A fé verdadeira esclarece para nós um conhecimento de Deus e de sua verdade que não poderíamos descobrir de outra forma. Esse é o valor da fé em Deus. Assim que o conhecemos e temos confiança de que realmente o estamos ouvindo, então compreendemos sua verdade ao acreditar no que Ele diz. Como resultado, conseguimos conhecer e compreender o que, de outra forma, seria impossível de captar. Por exemplo, a Bíblia declara: "Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente" (Hb 11:3).
  Essas palavras, escritas quase dois mil anos atrás, relata-nos claramente que o universo foi feito de uma substância invisível. Ninguém naquela época nem durante os muitos séculos que se seguiram tinha o conhecimento científico para oferecer a evidência que fundamentasse essa afirmação. A prova teve de esperar até que a ciência moderna alcançasse o que a Bíblia dissera mil e oitocentos anos antes. Hoje, sabemos que o universo inteiro é composto de uma substância invisível denominada energia. Apesar dos avanços brilhantes da ciência, embora conheçamos muito sobre energia, ainda não conhecemos exatamente o que ela é. No entanto, pela fé, o crente conheceu tudo que precisava saber: Que Deus falou e o universo passou a existir por meio de seu infinito poder, como também sabemos que Ele o fez a partir de algo que é invisível.
  O fato de essas palavras serem encontradas na Bíblia é uma das muitas razões para se acreditar nela em vez de em qualquer outra escritura que seja sagrada para as muitas religiões do mundo. Estas outras escrituras, ao contrário, longe de conter afirmações que a ciência pode apenas confirmar e não consegue refutar (como é o caso da Bíblia), contêm numerosas ideias ridículas que refletem o grau de entendimento da humanidade naquele momento e a cultura de onde e de quando foram escritas.
  Já se acreditou que a Terra era plana e sustentada em sua parte inferior assim como um casco de uma tartaruga flutuando em um mar. Os gregos pensavam que Atlas, um gigante, segurava o universo em seus braços. O relato dos egípcios sobre a criação envolvia deuses (como o deus sol que nasceu em uma flor), alguns dos quais eram compostos com partes de animais e de homens. Platão achava que o mundo era um ser vivo e que os terremotos eram causados quando ele se balançava. A Bíblia, embora tivesse sido escrita no mesmo período e por homens provenientes dessas mesmas culturas, é completamente destituída de tais mitos. Até mesmo o Alcorão, cuja origem é bem mais recente, contém mitos árabes. Conforme é salientado com frequência:
  A Bíblia é o único livro antigo que é acurado em todos os detalhes científicos. Outros livros sagrados antigos do Oriente incluem lendas e erros muito infantis para serem levados em consideração. Até mesmo livros comparativamente modernos, como o Alcorão, possuem erros históricos e cronológicos em abundância.
  Há muitas outras razões para crer que a Bíblia é, conforme ela afirma ser, a palavra infalível de Deus. 

Dave Hunt foi apologeta, autor e palestrante reconhecido internacionalmente. Esse texto foi extraído do seu livro "Em defesa da fé cristã".





sábado, 8 de fevereiro de 2025

Duplicidade e desonestidade de um materialista evolucionista

 Autor: Pr. Clávio Jacinto 

  Um materialista evolucionista ao observar um helicóptero pode reconhecer que, devido à complexidade de sua estrutura e tecnologia, foi concebido por um projetista inteligente. Ele compreenderá que a aerodinâmica de uma máquina voadora é sempre fruto de inteligência, o que se torna uma prova empírica irrefutável da existência de um criador por trás da complexidade do helicóptero. No entanto, ao olhar para uma libélula, cuja complexidade aerodinâmica supera a do helicóptero, esse mesmo materialista nega a possibilidade de um projetista inteligente para essa criatura. Essa discrepância de raciocínio representa um paradoxo, pois não aplica a mesma lógica para a origem de um helicóptero e de uma libélula. Enquanto um helicóptero exige, sob um padrão de sanidade intelectual, a defesa de que um projetista inteligente está por trás de sua criação, a afirmação de que Deus é o criador da libélula faz com que o materialista aponte o criacionista como tolo. Essa inconsistência revela a aplicação de dois pesos e duas medidas, evidenciando a desonestidade intelectual.

Pr. Clávio. J. Jacinto. E-mail para contato:

claviojj@gmail.com





sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Todas as evidências apontam para Deus

Autor: Dave Hunt 


  Suponha que dois sobreviventes do naufrágio de um navio tenham ficado, por dias, à deriva em um bote salva-vidas no oceano Pacífico e, por fim, são arrastados para a praia de uma ilha. A grande esperança deles, claro, é que a ilha esteja habitada para que possam ter alimento, cuidados médicos e meios para retornar a sua distante terra natal. Seguindo seu caminho para dentro da floresta, repentinamente encontram uma fábrica automatizada operando a pleno vapor. Apesar de nenhuma pessoa aparecer, os produtos estão sendo manufaturados, embalados e rotulados para o embarque.
  Um deles exclama: "Deus seja louvado! A ilha é habitada! Alguém deve ter feito esta fábrica e a supervisiona!"
  "Você está louco", seu companheiro replica. "Você esteve exposto ao sol por muito tempo. Não há absolutamente nenhuma razão para acreditar que esta coisa foi planejada e posta para funcionar por qualquer ser pensante. Isto apenas aconteceu por acaso sabe-se lá há quantos bilhões de anos."
  O primeiro homem deu uma olhada para os pés e viu um relógio com a pulseira quebrada caído sobre a sujeira. Novamente, ele exclama: "Olhe! Um relógio! Isso prova que a ilha é habitada!"
  "Você deve estar brincando", seu companheiro replica. "Esta coisa é apenas uma conglomeracão de átomos que, por acaso, chegou a essa forma após bilhões de anos de seleção aleatória."
  Nenhuma pessoa em sã consciência pode imaginar que uma fábrica ou um relógio poderia surgir por acaso. Portanto, como qualquer pessoa racional poderia insistir que o universo veio a existir por acaso e, muito menos, que as complexas formas de vida da Terra possam ter surgido por acaso! Uma simples célula viva de uma folha ou de um animal é milhares de vezes mais complexa do que uma fábrica e um relógio juntos. O corpo humano consiste de trilhões de células, de milhares de tipos diferentes, todas trabalhando juntas em perfeito equilíbrio. Nossos melhores cientistas não podem produzir um cérebro humano mesmo com toda tecnologia e computadores disponíveis hoje. Apenas Deus pode fazer isso. Certamente, isso não se deve ao acaso!
  Também não faria sentido Deus criar o homem se não tivesse um propósito definido para ele. Nada é mais frustrante para uma pessoa inteligente do que não ter propósito algum na vida. Nem mesmo a ideia de propósito poderia surgir por acaso, pois propósito e acaso são opostos. Não existe plano sem planejador. Portanto, sabemos que Deus tinha um propósito para nos criar. E assim, Ele precisava ter uma maneira de nos comunicar seu propósito.
  A bíblia afirma ser a Palavra de Deus para a humanidade e explica os propósitos e planos divinos. Não se espera que acreditemos nessa afirmação sem evidências suficientes, mas, de fato, essa afirmação é fundamentada por um vasto número de evidências. Muitas delas estão nos museus do mundo todo e são tão irrefutáveis que qualquer pessoa capaz de ler a bíblia não tem desculpa para duvidar dessas afirmações. 
  A maior prova da existência de Deus que a bíblia oferece é o cumprimento de centenas de profecias específicas. Em Isaías 46:9-10 Deus diz que prova sua existência ao anunciar o que acontecerá antes que aconteça. Em Isaías 43:10, Deus diz à nação de Israel que ela precisa ser sua testemunha de que Ele é Deus, tanto para si mesma quanto para o mundo. Como isso acontece? Por causa das muitas profecias que Deus fez em relação a Israel e que se cumpriram: que os judeus seriam espalhados por todas as nações da terra; que seriam odiados e perseguidos e mortos como nenhum outro povo (anti-semitismo); que seriam preservados apesar dos milhares de tipos de Hitler que tentaram exterminá-los; que, nos últimos dias, seriam trazidos de volta a terra deles... e muitas outras profecias que foram claramente cumpridas e estão no processo de serem cumpridas bem diante de nossos olhos.

Dave Hunt foi apologeta, autor e palestrante reconhecido internacionalmente. Esse texto foi extraído do seu livro "Em defesa da fé cristã".

sábado, 21 de setembro de 2024

A fé, a razão e a verdadeira ciência

 Autor: Ricardo dos Santos 


  Temos vivido um tempo em que a sociedade tem procurado cada vez mais distanciar a fé da razão, como se fé fosse algo irracional. A sociedade pós-moderna tem usado o máximo de esforço possível para abolir qualquer coisa que esteja relacionado à fé, principalmente quando se trata de fé cristã. O homem pós-moderno quer eliminar Deus de todas as áreas da vida cotidiana: do sistema educacional, da política, da ciência, do trabalho, da família... Basta ver, por exemplo, como estão querendo mudar o conceito de família. A família hoje já não precisa mais ser necessariamente formada por um homem e uma mulher conforme o padrão bíblico. Segundo eles, um homem com outro homem também pode ser uma "família", assim como uma mulher com outra mulher. Daí as seguintes perguntas: como fica a procriação dentro desse novo modelo de "família" criado pelos homens? Existe algo de natural nesse novo tipo de "família"? Como ficará o crescimento populacional nas próximas gerações? Será que os que se declaram progressistas já pararam para analisar o quão mal estão fazendo para as próximas gerações? Baseado nessas perguntas e sabendo muito bem as respostas, fica claro para nós o quão ignorantes são essas pessoas que têm se levantado contra os princípios cristãos.
  Voltando então a falar da fé. O que vem a ser fé? A bíblia responde. Em Hebreus 11:1-3 está escrito: "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem. Porque por ela os antigos alcançaram testemunho. Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente". Então, podemos ver que fé é fundamento, é certeza dos fatos. Conforme bem escreveu o apologista Dave Hunt em seu livro "Em defesa da fé cristã", a fé cristã não é algo como um salto no escuro, ou seja, não é algo irracional. Nesse mesmo livro, ele cita a passagem de Jesus após a ressurreição, quando ele foi provar para os discípulos que era ele mesmo. Assim diz o renomado autor em seu livro, na página 16:
  "Lucas nos relata que nos quarenta dias que Jesus passou com seus discípulos após sua ressurreição, Ele 'se apresentou vivo com muitas e infalíveis provas' (At 1:3; grifo do autor). Claramente, Cristo não achou que seria suficiente apenas mostrar-se a seus discípulos sem provar com evidências irrefutáveis sua ressurreição. Ele considerou tanto legítimo quanto essencial provar que Ele era exatamente o mesmo que fora crucificado e que ressuscitara dos mortos no mesmo corpo (mas agora em uma nova e gloriosa forma) que fora sepultado sem vida.
  'Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo', Cristo disse aos discípulos estupefatos na primeira vez que Ele apareceu-lhes depois de sua ressurreição. 'Tocai-me e vede, pois um espírito [fantasma] não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho' (LC 24:39; grifo do autor). Eles pensaram que estavam vendo um fantasma, mas Jesus provou o contrário. O incrédulo Tomé não estava presente nesta primeira ocasião, e Cristo declarou posteriormente: 'Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; chega a tua mão e põe-na no meu lado...' (Jo 20:27). Ali estava a tangível evidência irrefutável".
  Agostinho de Hipona tinha a seguinte frase sobre fé e razão: "A fé e a razão caminham juntas, mas a fé vai mais longe".
  Para terminarmos, e quanto à ciência? A verdadeira ciência também não contradiz a fé e, consequentemente, não contradiz as escrituras. Sendo assim, toda essa "ciência" darwinista evolucionista que tenta eliminar o criacionismo bíblico, não passa de uma pseudo ciência. Devemos mostrar para esse pessoal idólatra por ciência que muitas descobertas científicas realizadas ao longo dos anos, a bíblia já falava séculos e séculos antes dessas tais descobertas. Quando levantarem alguma teoria "científica" que vai contra a bíblia, devemos sempre ficar ao lado da bíblia.
  SOLA FIDE! SOLA SCRIPTURA!!!!
Ricardo dos Santos 
  

quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Testemunho de um ex-evolucionista que se tornou criacionista

Autor: John Raymond Hand 


"No princípio criou Deus os céus e a terra" (Gn 1:1).
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens" (João 1:1-4).

  O meu interesse na hipótese da evolução data de um período muito precoce da minha vida. Nasci numa família de professores e, com uma única exceção, todos eles eram religiosos liberais. Vi a luz do dia, pela primeira vez, exatamente doze anos antes do inquérito do Dr. Davi Swing, por causa da alegação de heresia. Foi esse inquérito que chamou a atenção do público para o que era denominado "darwinismo". As igrejas em geral condenavam o Dr. Swing pela sua defesa do assunto; os intelectuais o defendiam. Toda a nossa família entrou no campo de batalha com avidez. Mas havia pouca discussão entre nós, pois, com exceção de minha avó paterna, todos defendiam e aplaudiam o o doutor por causa de sua coragem.
  Para mim o resultado foi que nem me ocorreu por em dúvida os pronunciamentos dos discípulos de Darwin. Lia com voracidade tudo o que podia obter sobre o assunto. Quando atingi a idade universitária, já aceitara a evolução como fato incontestável. Toda a minha educação foi adquirida em escolas seculares, as quais completaram o que o lar começara. Eu era um evolucionista convicto, pronto para, dentro do assunto, enfrentar qualquer adversário.
  Cerca de meio século atrás, entretanto, como jovem professor de física, comecei a fazer perguntas. Encontrei algumas discrepâncias na teoria e percebi a urgente necessidade de reavaliar minhas premissas. Ao reexaminar meus passos, ao longo do caminho evolucionista, descobri, para surpresa minha, que eu havia contornado muitos obstáculos gigantescos. Tinha simplesmente ignorado muitos avisos de "Caminho Interditado" e, consequentemente, tinha atravessado a pé muitos atoleiros desonestos. Finalmente, vi-me obrigado a rejeitar a coisa toda, a fim de procurar outra solução para a equação; uma solução que, felizmente, posso dizer que encontrei.
  Tudo isso aconteceu muito antes de me tornar cristão verdadeiro. Tudo o que eu sabia sobre a Bíblia, naquele tempo, é que era um grande livro preto na prateleira de cima do guarda-roupa. Fui impelido à teoria da criação mesmo antes de saber que existia uma história da criação na Bíblia.
  De acordo com a hipótese evolucionista, a vida se originou da matéria inerte por meio de um processo natural, e as formas mais simples de vida primária evoluíram, resultando em todas as formas de vida que existem sobre a terra. A Ameba tem sido frequentemente citada como exemplo de um primitivo tipo de vida protista do qual evoluíram as formas mais elevadas e, mais recentemente, a Euglana foi honrada com essa posição de ancestral primitivo.
  Quanto aos detalhes desta suposta progressão da vida primária às formas atuais, há tantas opiniões como há evolucionistas que têm escrito sobre o assunto!
  Ao contrário do que se pensa, Charles Darwin não foi o pai do conceito da evolução. Encontramos sugestões da ideia nos monumentos da Babilônia e do Egito. Quatro séculos antes do nascimento de Cristo, Aristóteles, o filósofo grego, ensinou uma bem delineada teoria da evolução baseada em suas próprias observações, mas influenciada pelas conclusões de seus predecessores.
  Jean Baptiste Lamarck é considerado o pai da teoria evolucionista da ciência moderna. Ele defendia a ideia de que a evolução resultava dos efeitos ambientais sobre os organismos e do uso e desuso das estruturas. Faltavam evidências para tal teoria e ela foi rejeitada pelos cientistas da época.
  Erasmo Darwin, o avô de Charles Darwin, foi um famoso evolucionista cujas obras sobre o assunto foram traduzidas para diversas línguas. Algumas de suas ideias eram parecidas com aquelas que, mais tarde, tornariam famoso o seu neto, mas Charles Darwin era melhor "promotor" destas ideias que o avô.
  Charles Darwin propôs a teoria de "seleção natural", a qual Herbert Spencer chamou de "sobrevivência dos mais aptos". De acordo com essa teoria, as criaturas melhor equipadas para o meio ambiente no qual estavam vivendo resistiam melhor e se reproduziam mais do que as criaturas que não se adaptavam tão bem a esse ambiente particular. Ele postulou que, conforme surgiam as variações naturais, algumas das novas formas ficavam ainda melhor adaptadas ao ambiente e se transformavam nos tipos predominantes. Pela continuação desse tipo de processo, todas as formas de vida encontradas na terra deveriam ter evoluído. Mas, anos mais tarde, o próprio Darwin começou a duvidar da capacidade de tal processo produzir a evolução, e cada vez mais se apegou à teoria de Lamarck dos efeitos ambientais.
  Outros ilustres defensores da teoria da evolução também discordavam sobre vários conceitos básicos, e foi essa confusão que inicialmente me levou a examinar a matéria de modo crítico. Procurava a razão para essa falta de concordância. Ninguém espera unanimidade absoluta (nem mesmo entre os homens da ciência), mas quando há discordância em importantes questões básicas, é necessário que se faça uma investigação.
  Foi na minha busca duma solução para esse problema que descobri os "obstáculos" já mencionados.

Texto extraído do livro "Por que acredito na história do Gênesis", cujo autor é John Raymond Hand. Livro publicado pela Imprensa Batista Regular.